Taxa de desemprego fica em 7,6% em novembro, aponta IBGE

Em relação a outubro, o índice ficou estável e, no confronto com o penúltimo mês do ano passado, recuou 0,6 p.p.

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SÃO PAULO – A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 7,6% no penúltimo mês do ano de 2008, o que mostra estabilidade em relação a outubro, quando a taxa registrada foi de 7,5%. Em relação a novembro de 2007 (8,2%), houve uma diminuição de 0,6 p.p.

As informações são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que divulgou a “Pesquisa Mensal de Emprego” nesta sexta-feira (19). A taxa de desemprego de novembro é a menor para o mês de novembro, desde o início da série histórica, em março de 2002.

Desempregados

No confronto com outubro, houve estabilidade em uma das regiões pesquisadas (Rio de Janeiro em 6,9%), queda em Salvador (de 10,7% para 10,3%), Belo Horizonte (de 5,9% para 5,2%) e Porto Alegre (de 5,6% para 5,3%). Houve elevação no Recife (de 8,9% para 9,7%) e em São Paulo (de 7,7% para 8,2%).

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Já na comparação anual, houve queda nas seguintes capitais: Recife (de 11% para 9,7%), Salvador (de 12,8% para 10,3%), Belo Horizonte (de 6,4% para 5,2%), São Paulo (de 8,8% para 8,2%%) e Porto Alegre (6,1% para 5,3%). Rio de Janeiro foi a única capital com aumento na taxa, de 6,5% para 6,9%

A tabela abaixo aponta a taxa de desemprego atual, a do mês anterior e a de 12 meses atrás para as seis capitais analisadas:

LocalNovembro 2007Outubro 2008Novembro 2008
Recife11%8,9%9,7%
Salvador12,8%10,7%10,3%
Belo Horizonte6,4%5,9%5,2%
Rio de Janeiro6,5%7%6,9%
São Paulo8,8%7,7%8,2%
Porto Alegre6,1%5,6%5,3%
Total8,2%7,5%7,6%

Fonte: IBGE

Ocupados

Em novembro de 2008, a população ocupada (22,1 milhões) registrou estabilidade em relação ao mês anterior, e crescimento de 2,9% ante o penúltimo mês do ano passado.

Na análise mensal por setores, a ocupação apresentou estabilidade em todos os segmentos. Na comparação anual, o setor de construção civil é destaque com alta de 7,9%.

Sobre o perfil dos contratados, a pesquisa indica que o contingente de trabalhadores com carteira assinada do setor privado apresentou recuperação de 5,5% na comparação anual.

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