Taxa de desemprego fica em 7,6% em agosto, aponta IBGE

Em relação a julho, o índice teve queda de 0,5 ponto percentual e, no confronto com o oitavo mês do ano passado, recuou 1,9 p.p.

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SÃO PAULO – A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 7,6% no oitavo mês do ano de 2008, o que representa uma queda de 0,5 ponto percentual em relação a julho, quando a taxa era de 8,1%, e uma diminuição de 1,9 p.p. em relação a agosto de 2007 (9,5%).

As informações são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que divulgou a “Pesquisa Mensal de Emprego” nesta quinta-feira (25).

Desempregados

No confronto com julho, houve queda em todas as regiões, com destaque para Recife (de 10,1% para 8,3%), Belo Horizonte (de 6,8% para 6,1%), Porto Alegre (de 6% para 5,3%) e Salvador (de 12,1% para 11,6%).

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Já na comparação anual, houve redução em seis capitais, com destaque para Recife (-38,3%), Porto Alegre (-29,4%), Salvador (-25,1%), São Paulo (-18,4%) e Belo Horizonte (-15,6%).

Ainda segundo o estudo, a população desocupada (1,8 milhão de pessoas) teve queda de 6,1% em agosto, frente ao mês anterior. Já em relação ao oitavo mês de 2007, houve queda de 19,2% no total das seis regiões pesquisadas.

A tabela abaixo aponta a taxa de desemprego atual, a do mês anterior e a de 12 meses atrás para as seis capitais analisadas:

LocalAgosto 2007Julho 2008Agosto 2008
Recife12,9%10,1%8,3%
Salvador14,9%12,1%11,6%
Belo Horizonte7,4%6,8%6,1%
Rio de Janeiro7,4%7,3%6,9%
São Paulo10,1%8,3%8%
Porto Alegre7,7%6%5,3%
Total9,5%8,1%7,6%

Fonte: IBGE

Ocupados

Em agosto de 2008, a população ocupada (21,8 milhões) registrou alta de 0,7% em relação ao mês anterior, e crescimento de 3,7%, ante o oitavo mês do ano passado.

Na análise por setores, todos os grupos apresentaram estabilidade na comparação com julho.

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Sobre o perfil dos contratados, a pesquisa indica que o contingente de trabalhadores com carteira assinada do setor privado apresentou estabilidade na comparação mensal. Frente a agosto de 2007, houve acréscimo de 5,8%.

Quanto aos empregados sem carteira assinada, foi registrada estabilidade em relação a junho de 2008, e crescimento de 6% em relação ao oitavo mês do ano passado.