Seu melhor amigo virou seu chefe. Como encarar esta nova realidade?

Mesmo começando juntos numa mesma empresa, a trajetória profissional foi bem diferente; que postura adotar nesta hora?

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SÃO PAULO – Ter um bom relacionamento com o chefe é o sonho da maioria das pessoas: representa pouca pressão no trabalho, clima de amizade, reconhecimento pelo esforço, enfim, uma verdadeira parceria.

Pensando nisso, ver seu amigo se tornar seu superior imediato pode parecer meio caminho andado. Mas será mesmo verdade?

Amizade x trabalho

Imagine a cena: amigos de longa data, vocês começam a trabalhar numa mesma empresa e em condições iguais. Com o passar do tempo, no entanto, distanciam-se na hierarquia, e um acabou se tornando chefe do outro.

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Neste caso, deve-se compreender que, por melhores amigos que sejam, pensando parecido e agindo em sintonia, cada um possui seu próprio perfil. E isso no campo profissional fica bastante nítido com o passar do tempo.

A forma de encarar os desafios, de aceitar ou não as críticas, de se relacionar com o grupo e gerenciar suas tarefas e prioridades são apenas algumas das muitas características que podem destacar as diferenças e definir o perfil profissional. Isso sem falar nas experiências pessoais e no conhecimento adquirido ao longo do tempo. Por mais unidos que sejam, é um erro se considerarem exatamente iguais em todos os quesitos!

Sendo assim, é preciso estar preparado para trajetórias distintas: com mais sucesso para um lado do que para o outro, por exemplo.

Parceria

Para que não fique tão difícil encarar a nova realidade, tenha em mente que o emprego não deve ser uma prioridade única na vida de ninguém. Existem outros fatores a conciliar: vida pessoal, família…e, claro, amigos!.

O esforço para manter o bom relacionamento será grande para ambos: se, de um lado, o orgulho pode subir à cabeça, de outro a inveja pode incomodar e muito! Pense bem: como irá encarar o fato de seu amigo ganhar bem mais do que você, lhe dar ordens e criticar seu desempenho quando necessário?

Por isso, o ideal é que ambos consigam separar o emprego do que acontece no mundo lá fora. Compreendendo que, para os dois, a situação é mesmo delicada, fica mais fácil encarar a mudança. E, como sempre, o diálogo será fundamental!

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