Se trabalhasse de casa, um quarto dos profissionais acredita que produziria mais

Estudo aponta ainda que 29% dos estudantes acham que, assim que começarem a trabalhar, terão o direito de fazê-lo remotamente

SÃO PAULO – Um em cada quatro profissionais acredita que seria mais produtivo, se tivesse permissão para trabalhar em casa ou remotamente, segundo revelam dados de pesquisa elaborada pelo Cisco Connected World Tecnology.

De acordo com o levantamento realizado em 14 países, incluindo o Brasil, a expectativa da mão de obra da próxima geração enfatiza, cada vez mais, a flexibilidade do trabalho, mobilidade e estilos de trabalho não convencionais, como 70% dos universitários acreditando ser desnecessário estar no escritório regularmente, com exceção de uma reunião importante. No Brasil, este percentual sobe para 90%.

O estudo aponta ainda que 29% dos estudantes entrevistados acham que, assim que começarem a trabalhar, terão o direito, mais do que um privilégio, de poder trabalhar remotamente com um cronograma flexível.

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Dispositivos móveis
A pesquisa constatou também que, atualmente, 57% dos profissionais, sendo 84% no Brasil, podem se conectar à sua rede corporativa remotamente a partir de alguns locais, mas somente 28% em todo o mundo – 44% no Brasil, podem fazê-lo a qualquer momento, de qualquer lugar.

A capacidade de poder se conectar a qualquer momento de qualquer lugar, contudo, é considerada essencial para o trabalho de 43% dos entrevistados, com 77% dos profissionais possuindo vários dispositivos e 33% usando pelo menos três deles para trabalhar. No Brasil, o uso de diversos dispositivos no trabalho atinge 93% dos profissionais.

Sobre o assunto, o levantamento constatou que 71% dos universitários acreditam que os dispositivos fornecidos pelas empresas devem permitir o uso pessoal e comercial, sendo que 81% desejam escolher o dispositivo para seu trabalho, seja recebendo ajuda de custo para comprar o aparelho de trabalho de sua preferência, seja utilizando um pessoal, além dos padronizados fornecidos pelas empresas.

No Brasil, 86% dos estudantes acreditam que os dispositivos fornecidos pelas empresas devem permitir o uso pessoal e comercial.