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Por Dentro dos Resultados: CEO e CFO da Tupy comentam os números da empresa de metalurgia

Salários deverão crescer 5,9% no próximo ano em todo o mundo, aponta estudo

Para o Brasil, espera-se um aumento salarial médio de 6,5%. No entanto, a inflação deverá atingir 4,4% em 2007

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SÃO PAULO – Os salários de todo o mundo deverão aumentar, em média, 5,9% no próximo ano, prevê a Mercer Human Resource Consulting, que divulgou sua “Pesquisa 2007 de remuneração global” nesta quinta-feira (14). O índice supera a inflação em 1,9 ponto percentual.

“Os aumentos salariais tendem a variar significativamente ao redor do mundo, dependendo de fatores específicos do país, como inflação, crescimento econômico e desemprego”, afirmou o sócio mundial e líder global da área de remuneração da Mercer, Steve Gross.

Aumentos variam de país para país

Em aproximadamente 63% dos 60 países pesquisados, incluindo Reino Unido e EUA, os salários deverão subir entre 1 e 3,5 pontos percentuais acima da inflação. Já uma quantidade pequena de países deve experimentar aumentos de até duas vezes a média global.

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Na Latvia, por exemplo, os empregados devem receber aumentos de 11,1%. No Paraguai e na China, os salários devem receber reajuste de 10,8% e 7,2%, respectivamente. Por outro lado, alguns países deverão ter reajustes abaixo da inflação, como é o caso de Porto Rico (4,5 p.p. a menos), Argentina (3,2 p.p. a menos) e Ucrânia (2,3 p.p. a menos).

América Latina

Os aumentos salariais em alguns países da América Central e do Sul devem ficar entre os mais altos do mundo. No entanto, muitos desses aumentos serão compensados pelos altos índices de inflação.

Na Argentina, por exemplo, os trabalhadores terão aumentos salariais de 11,8%, frente à taxa de inflação de 15%. Os salários na Venezuela serão praticamente congelados, uma vez que os aumentos salariais e a inflação estão previstos para 17,4% e 17,3%, respectivamente.

Para o Brasil, espera-se um aumento salarial médio de 6,5% e inflação de 4,4%. No Uruguai e no México, os índices são de 9,4% e 4,9% e 4,5% e 3,7%, nesta ordem. Por fim, o menor reajuste (3,5%) da região é esperado no Peru, que deverá ter inflação de 2%.