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Salário médio pago por MPEs do Rio mantém estabilidade em janeiro

Pesquisa revela tendência de crescimento de 1,8% em relação a outubro de 2006, mês em que não havia reflexo do 13º salário

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SÃO PAULO – De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae-RJ e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o salário médio pago pelas micro e pequenas empresas fluminenses se manteve estável em R$ 603,52, com tendência de crescimento de 1,8% em relação a outubro de 2006 (mês em que não havia reflexo do 13º salário).

A pesquisa, que analisou os setores de comércio, serviços e indústria, mostra ainda que na Região Metropolitana, o aumento do salário em relação a outubro de 2006 foi maior do que no interior do estado (2,1% contra 0,7%).

Nas MPEs do interior, o salário médio pago em janeiro foi de R$ 529,31, enquanto na Região Metropolitana esse valor chegou a R$ 627,39.

Massa salarial

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Ainda segundo o levantamento, a massa salarial caiu 33,6% no primeiro mês de 2007, para R$ 871 mil, contra R$ 1,31 bilhão registrados em dezembro, em função do pagamento total ou parcial do 13º salário naquele mês.

O salário médio é aferido pela massa salarial, um dos Índices de Desempenho (IDES) medidos mensalmente pelo Sebrae/RJ e FGV.

“Já esperávamos esta redução natural nos indicadores referentes a janeiro. Esses resultados são provocados pelos efeitos sazonais causados pelo aquecimento dos negócios associados às festas de fim de ano, pelas contratações temporárias (principalmente no comércio) e pelo pagamento da segunda parcela do 13º salário”, explica Sérgio Malta, superintendente do Sebrae-RJ.

Faturamento

As micro e pequenas empresas do Rio também apresentaram queda no faturamento, que passou de R$ 4,13 bilhões em dezembro de 2006 para R$ 3,67 bilhões (-11,2%) em janeiro deste ano. Na análise regional, o faturamento da Região Metropolitana recuou 11,3%, e o do interior, 11%.

Considerando os setores, o do comércio registrou decréscimo de 13,4% e o de serviços, de 11,1%, contra um crescimento de, respectivamente, 13,3% e 12,3%, registrados no mês anterior. Na indústria, que já havia apresentado queda de 3,7% em dezembro, a redução do faturamento em janeiro foi de 2,7%.

Pessoal Ocupado

A taxa de pessoal ocupado teve declínio de 0,6% entre as MPEs empregadoras fluminenses, o que corresponde a uma redução de 10.744 postos de trabalho. O desempenho negativo se deve à extinção de vagas no comércio (-1,6%), já que houve a dispensa de funcionários contratados temporariamente para atender ao crescimento das vendas no final de ano. Na indústria e nos serviços, por sua vez, a taxa de ocupação aumentou, respectivamente, 0,2% e 0,1%.

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