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Salário ainda é principal insatisfação do trabalhador

Pesquisa mostrou que 67% dos empregados acham que ganham menos do que merecem. Falta de reconhecimento pelo desempenho também é apontado

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SÃO PAULO – O número de brasileiros descontentes com o salário aumentou 16 pontos percentuais nos últimos três anos e continua sendo o principal vilão dos empregados. A informação consta em pesquisa da Market Analysis, mostrando que 67% dos entrevistados acreditam ganhar menos do que merecem.

“Para dar uma idéia, há três anos a questão do salário dividia os trabalhadores: 51% declaravam-se insatisfeitos. O crescimento nesse percentual é assustador”, afirmou a analista de projetos a empresa, Paloma Zimmer.

Fantasmas

A insatisfação gerada pela falta de reconhecimento do desempenho, no entanto, foi a que mais evoluiu: praticamente dobrou entre 2003 e 2006, passando de 18% para 42%.

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Outro fantasma rondando a vida dos trabalhadores é o medo de perder o emprego. Segundo a pesquisa, 45% dos entrevistados não acreditam que sua vaga esteja garantida, o que revela um aumento de 17% sobre o último levantamento.

Mão-de-obra

A mão-de-obra não-especializada, classificada como operária, é a que menos sente reconhecimento pelos serviços prestados: representando um em cada dois trabalhadores que se dizem insatisfeitos.

Em contrapartida, apenas 7% daqueles que ocupam cargos gerenciais dizem não ter o retorno pelas atividades desenvolvidas. Por outro lado, essa gama de trabalhadores é a que mais reclama do salário (59%) e de insegurança no emprego (41%).

Equilíbrio

Conforme a Market Analysis, mesmo com a multiplicação de tarefas e aumento do corre-corre no ambiente de trabalho, apenas 36% dizem não conseguir conciliar a rotina profissional com a pessoal.

Levando em conta toda a população inserida no mercado de trabalho, os homens estão entre os mais satisfeitos no assunto, representando 70%, contra 50% do público feminino.

O estudo constatou também que o porte da empresa influencia diretamente no quesito: quanto menor, mais equilibro há. A diferença chega a 21% quando se compara àquelas sem fins lucrativos com outras de grande e médio porte.

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