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Rendimento médio do trabalhador aumenta 0,4% em fevereiro, aponta Dieese

Na comparação com janeiro, porém, não foram verificadas alterações no rendimento médio dos ocupados

SÃO PAULO – O rendimento médio real da população ocupada das seis principais regiões metropolitanas do País registrou aumento de 0,4% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, atingindo média de R$ 1.274.

No período, esse resultado refletiu aumentos de salário registrados em Recife (5,9%), Belo Horizonte (3,4%), Salvador (2,1%) e Porto Alegre (2%). Apenas no Distrito Federal houve redução no rendimento médio em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2009, de 6,4%. Já São Paulo registrou estabilidade no período.

Entre os assalariados, também houve aumento de 0,4% nos rendimentos, frente ao mesmo mês do ano anterior. No segundo mês do ano, os assalariados receberam, em média, R$ 1.340.

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Os dados fazem parte da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), divulgada nesta quarta-feira (28) pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos).

No mês
Na análise mensal, o rendimento médio real dos ocupados registrou não variou, ao passo que o dos assalariados registrou queda de 0,7%.

Considerando as variações ocorridas no período, o Distrito Federal foi destaque, com queda de 1,6%. Outras regiões também apresentaram quedas no rendimento médio na comparação mensal: São Paulo (-0,6%) e Belo Horizonte (-0,6%).

Por outro lado, Recife (2,9%) e Porto Alegre (2,7%) registraram aumento nos rendimentos. Apenas Salvador registrou estabilidade no período, com leve queda de 0,2%.

Massa de rendimentos
Considerando a massa de rendimentos dos ocupados e assalariados para o conjunto das áreas analisadas, na comparação anual, a pesquisa aponta alta de 3,5%, no primeiro caso, e de 5,1%, no segundo.

Nos dois casos, o bom resultado aconteceu devido ao aumento dos níveis de ocupação.

Em um mês, por outro lado, a massa de rendimentos reais dos ocupados manteve-se estável, com leve queda de 0,1%, devido à redução do nível de ocupação e do rendimento médio. Já entre os assalariados, a massa de rendimentos também registrou estabilidade, com queda de 0,2%, por conta da diminuição do salário médio, compensada pelo crescimento do nível de emprego.