AO VIVO Rodrigo Furtado, da XP Asset, fala sobre uma oportunidade no mercado de ações

Rodrigo Furtado, da XP Asset, fala sobre uma oportunidade no mercado de ações

Recolocação de profissionais de nível intermediário está em alta

De acordo com pesquisa da consultoria DBM, o tempo médio para conseguir um novo emprego é de três meses

SÃO PAULO – Pesquisa feita pela consultoria DBM apontou que, entre os profissionais de nível intermediário, como especialistas, técnicos, analistas e coordenadores, e que perderam o emprego nos 12 últimos meses, 43% já encontraram uma nova posição e estão ganhando salário maior do que o anterior.

“Atendemos profissionais que olham esse momento de transição para repensar a carreira, resgatar algum sonho antigo ou voltar para a área de origem. Mudar após ser desligado de uma empresa não significa voltar com posição e salários inferiores”, afirma a diretora do Career Transition Services da DBM, Mônica Ramos.

Novo emprego
De acordo com ela, o tempo médio para conseguir um novo emprego é de três meses. A pesquisa também apurou que, para outros 21% que conseguiram se recolocar no mercado de trabalho, o salário se manteve igual.

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“Muitas vezes, a empresa está passando por processos de mudança ou enxugando seu quadro de funcionários. Tudo é experiência. Hoje você tem profissionais com uma trajetória em grandes empresas, mas que podem ir ganhar mais e ter responsabilidades gerenciando grupos em companhias menores”, avalia Mônica.

O principal ponto a ser assimilado pelo profissional desempregado, aponta a diretora, é ter em mente os desejos e anseios para realizar a transição da carreira com sucesso. 

O principal público que procura a consultoria para buscar uma recolocação no mercado de trabalho é formado por jovens entre 25 a 35 anos. Em 80% dos casos, as pessoas que são desligadas querem um novo emprego, e não empreender um negócio próprio. A razão deste fator é o pouco fôlego financeiro exigido para a carreira solo.

Perspectivas
Mônica estima que as contratações, mesmo em final de ano, não irão parar. Segundo ela, o mercado de trabalho está operando normalmente, além de estar muito aquecido.

“O mercado não vai esperar para depois do Carnaval. As coisas já estão acontecendo, por isso, é bom que os profissionais não tirem férias muito longas”, finaliza.