Posição errada: quem trabalha sentado também pode prejudicar coluna

Veja quais são, e como evitar, os problemas que podem ser causados pelos vícios que profissionais têm ao sentar

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SÃO PAULO – Quem trabalha sentado pode até pensar que não prejudica a coluna por não estar em pé a todo o momento. Mas a verdade é que, mesmo na cadeira, os profissionais podem causar problemas para a coluna.

“Em geral, as pessoas expõem-se a riscos que desconhecem, seja por sentar em uma posição inadequada ou, simplesmente, por não saber regular a cadeira no ambiente de trabalho”, disse o fisioterapeuta do trabalho da Sefit – Prevenção Laboral, Alison Alfred Klein.

Vícios

Quando você menos percebe, fica ansioso e senta na ponta da cadeira? Por causa da tensão, acaba se curvando? Para poder visualizar outros colegas, coloca o assento mais alto? Todos esses vícios podem prejudicar sua coluna.

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“Essa falta de cuidado com a postura causa dores lombares, degeneração de discos intervertebrais, problemas circulatórios, artrite na região vertebral, desigualdade na altura dos ombros, bursite, entre outros problemas”, disse o fisioterapeuta.

Postura correta

Diante de tantas críticas aos vícios diários, qual a melhor forma de se sentar? A forma mais saudável seria com a cabeça elevada, ombros para trás, coluna encostada, joelhos dobrados a 90º e pés apoiados no chão.

Dessa maneira, o profissional mantém, de maneira correta, o equilíbrio do corpo. Diferente do que pensa, a postura sentada ideal não é cansativa depois de praticada. Ela não requer esforço nem gera nenhum tipo de dor, pois respeita a coluna sem sobrecarregá-la.

Para quem não está acostumado com a melhor posição, o fisioterapeuta dá a seguinte dica: “alterne entre a postura ideal e outras não tão saudáveis, mas sempre voltando à primeira. Assim, o corpo não é tão prejudicado”.

Mobília

O ideal é que o mobiliário tenha espaço livre para permitir o movimento das pernas. Os braços das cadeiras devem ter apoio para os cotovelos e altura adequada.

“Nunca se deve manter longe do alcance das mãos algo que se use com freqüência, como também não se deve sentar na beirada da cadeira com as penas cruzadas e inclinar-se para digitar”, disse o fisioterapeuta.

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