Pesquisa revela que prestígio da carreira não está ligado a salários altos

Lidera a lista de profissões mais prestigiadas a de bombeiro, seguida pelos cientistas, os médicos e enfermeiras

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SÃO PAULO – Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (5), pela Harris Interactive, revelou que o prestígio de uma carreira não está relacionado com altos salários.

No levantamento, realizado com 1.010 adultos norte-americanos, entre os dias 8 e 13 de julho, algumas das profissões tidas como as mais prestigiadas, dentre as 23 analisadas, não eram as que remuneravam melhor nem as que davam mais visibilidade aos profissionais.

A lista das carreiras mais prestigiadas é liderada pelos bombeiros, que tiveram 57% das indicações dos entrevistados. Os cientistas ficaram com a segunda posição, com 56% de indicação, seguidos pelos médicos (53%), enfermeiras e professores (52%).

As menos prestigiadas

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Em contraposição, a profissão menos prestigiada foi a de corretor de imóveis, com apenas 6% dos entrevistados que disseram ver com bons olhos esta profissão. Em seguida, está o corretor de ações, com 10% de indicações.

Banqueiros também estão entre os menos prestigiados, com indicação de apenas 15% dos entrevistados. Na lista de profissões menos valorizadas ainda estão a de contador (15%) e de pessoas que entretêm (15%).

Os dados mostram que a maioria dos adultos (de 61% a 83%) acredita que essas ocupações têm “quase nada” ou “algum” prestígio.

Ganhando prestígio

Algumas profissões melhoraram, enquanto outras pioraram sua imagem diante da sociedade. Em relação à apuração do ano passado, os policiais militares caíram seis pontos percentuais para 46% de prestígio e os médico, seis pontos percentuais, para 53%.

Por outro lado, engenheiros subiram 10 p.p. para 40% de prestígio, enquanto os atores cresceram 7 p.p., para 16%, os arquitetos em 5 p.p., para 28%, e os jornalistas também em 5 p.p., para 18%.

Desde 1977, as profissões que mais perderam reconhecimento da sociedade foram as de cientista, com queda de 10 pontos percentuais, para 56%; os médicos, que diminuíram 15 p.p., para 53%; e os advogados, cuja avaliação caiu 12 p.p., para 24%.

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