Número de empregos criados em junho aumentou 6,97%, aponta Manager

As áreas Industrial e Comercial foram as que mais contrataram, ocupando mais de 47% das posições

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SÃO PAULO – A quantidade de empregos criados em junho foi 6,44% maior do que a verificada no mesmo período de 2007, revelou a Manager Assessoria em Recursos Humanos. Em relação ao mês anterior, o crescimento foi de 6,97%.

Apesar do alto preço do barril de petróleo e da crise dos alimentos, a indústria e o mercado de trabalho continuam com crescimento acelerado.

Áreas quentes

Segundo a pesquisa, divulgada nesta sexta-feira (11), as áreas Industrial e Comercial foram as que mais contrataram em junho, ocupando mais de 47% das posições. Elas cresceram 1,86% e 4,25%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

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“A indústria está aquecida, porém ainda falta mão-de-obra qualificada para ocupar essas vagas. Há muitos profissionais que estão na zona de conforto e ainda não se dispuseram a avaliar novas oportunidades que podem dar um upgrade em suas carreiras”, afirmou Hélio Terra, presidente da Manager.

O presidente acredita que essa situação tem levado as empresas a investirem cada vez mais em propostas tentadoras e planos de carreira para atrair e reter colaboradores.

Destaques

Os profissionais de Engenharia continuaram encontrando o maior número de novas vagas (1.065). Já os formados em Administração ficaram em segundo lugar, com 22,99% das ocupações, e em terceiro lugar ficaram os profissionais da área Financeira, formados em Ciências Contábeis, com 11,20%.

Por outro lado, os profissionais de Publicidade, Propaganda e Marketing (3,22%), de Psicologia (2,57%) e de Direito (2,18%) ficaram com as últimas colocações.

Vagas

De todas as vagas criadas em junho, 22,68% foram em postos de alta gerência/diretoria. A gerência ficou com 44,83% dos novos postos de trabalho, e os técnicos, supervisores e assistentes, com 32,49%.

O estado de São Paulo se destacou na geração de emprego, com 45% do total no sexto mês do ano. Em seguida, vieram Paraná e Rio de Janeiro (ambos com 16%), Minas Gerais e Rio Grande do Sul (ambos com 8%), e Bahia (7%).

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