Novas políticas de imigração não devem afetar intercambistas brasileiros

Isso porque, para especialista, o perfil do brasileiro que procura por intercâmbio é diferente daqueles que tratam novas leis

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SÃO PAULO – As novas políticas de imigração adotadas pelos governos da Austrália e da Inglaterra não devem afetar os intercambistas brasileiros.

Isso porque, de acordo com a gerente de cursos e idiomas da CI, Luiza Vianna, o perfil do estudante brasileiro que procura por intercâmbio é diferente daqueles tratados pelas novas leis.

“Realmente, as fronteiras estão se fechando e os países estão fazendo cada vez mais exigências. Contudo, o estudante brasileiro que vai fazer intercâmbio não tem interesse em ficar no outro país e sim aprimorar o conhecimento para ter melhores chances no mercado de trabalho interno”, explica.

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Novas regras
Na Inglaterra, os estudantes de fora da União Europeia que solicitarem vistos estudantis terão de enfrentar restrições mais duras, especialmente se pretendem trabalhar em meio período. Além disso, será exigido dos candidatos uma maior fluência do idioma.

Já na Austrália, as mudanças atingem principalmente aqueles que pretendem estudar e posteriormente continuar trabalhando no país. Isso porque, até então, o governo australiano tinha uma lista de profissões para as quais os estrangeiros podiam se candidatar e conseguir o visto permanente.

Entre estes trabalhos, estavam o de cabeleireiro, chefe de cozinha, entre outros. Agora, a prioridade será para profissionais das áreas de saúde, engenharia e mineração.

Intercâmbio
Segundo especialistas, dentre as vantagens de se fazer um intercâmbio, estão, além da prática do idioma, a experiência de fazer amigos e conhecer uma nova cultura, o que conta pontos para o futuro profissional.