Nível de escolaridade subiu no Estado de São Paulo entre 1997 e 2000

Estudo elaborado pela Fundação Seade revelou também que o poder aquisitivo dos paulistas caiu no mesmo período

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SÃO PAULO – Estudo elaborado pela Fundação Seade, a pedido da Assembléia Legislativa de São Paulo e com base no Censo 2000, apontou um avanço na qualidade da educação no Estado de São Paulo, muito embora a renda do trabalhador tenha registrado queda.

O estudo indica o comportamento do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IRPS) de 1997 para 2000, abrangendo 645 municípios do Estado. Esta é a segunda edição do índice que é divulgada.

Renda caiu no Estado

De acordo com a pesquisa, o índice de responsabilidade social se manteve em 60 pontos no período verificado. De 1997 para 2000, a renda média dos assalariados do setor formal passou de R$ 854 para R$ 806. Acompanhando o ritmo de queda, o valor que o Estado arrecada por habitante anualmente também caiu, passando de R$ 5.141 para R$ 4.890.

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O estudo revelou ainda que com a exceção das regiões metropolitanas de São Paulo e da Baixada Santista – que ampliaram seus índices de riqueza – as demais regiões do Estado registraram redução ou estabilidade em seus índices de riqueza.

Escolaridade em alta

No que se refere à escolaridade, os resultados da pesquisa são mais animadores. De acordo com o estudo, o índice de escolaridade subiu 16 pontos, ao passo que passou que 71 para 87 entre 1997 e 2000.

A proporção de paulistas com mais de um ano de estudo no ensino fundamental passou de 93,67% para 95,7% no período avaliado. Estes paulistas se referem aos jovens entre 10 e 14 anos. Em relação aos que possuem entre 19 e 24 anos de idade, o percentual subiu de 30,2% para 44,6%, em se tratando dos que completaram o ensino médio.

Finalmente, a proporção de jovens entre 15 e 19 anos que concluíram o ensino fundamental deu um salto de 49,1% para 65,6% em três anos. A região com maior índice de escolaridade é São José do Rio Preto. Já Registro apresenta o menor nível de escolaridade.