Não seja um robô! Confira como ser um profissional operacional e diferenciado

Segundo consultora, em tempos de crise, o profissional precisa ser completo, sabendo criar, além de executar suas tarefas

Equipe InfoMoney

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SÃO PAULO – A sua rotina de trabalho está cada vez mais monótona e você não aguenta mais fazer sempre as mesmas tarefas? Cuidado! Esse pode ser um sinal de que seu trabalho deixou de ser
estratégico e passou a ser apenas operacional.

De acordo com a consultora de Recursos Humanos da Catho, Camila Mariano, se há mais de um ano o profissional continua na mesma atividade, esse é o primeiro sinal de que seu trabalho é operacional.

“Quando a pessoa não teve oportunidade de crescimento e, consequentemente, não foi elogiada por qualquer iniciativa no seu departamento ou empresa, seu trabalho é operacional, ou seja, apenas executa o que pedem”.

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Riscos

Para Camila, um profissional estritamente operacional pode ter prejuízos na sua carreira, pois tal comportamento denota falta de evolução. “É preciso evoluir, ganhar conhecimento, experiências novas, ter iniciativa e disposição para criar e aceitar novos desafios. Somente desta forma a carreira do profissional poderá decolar”.

A consultora destaca ainda que, em tempos de crise, a pessoa precisa ser flexível e completa. “Todos precisam saber criar e executar bem as suas tarefas”.

Funções operacionais

Camila destaca ainda que, mesmo trabalhando em funções operacionais, o profissional pode ser diferenciado e, consequentemente, ter o reconhecimento do líder.

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“Se um operador de telemarketing usa determinados procedimentos na hora do seu atendimento e percebe que o cliente não entendeu algumas etapas, ele pode expor esta situação ao seu supervisor e propor melhorias em benefício do cliente, da equipe e, sobretudo, da empresa”.

Para a consultora, a ideia é que o profissional perceba o que pode ser melhorado nas suas atribuições diárias. “Não pode se acomodar com a situação e executar apenas o que pedem, achando que falar, opinar e dar idéias é função apenas de seu chefe”.

Outra alternativa para fugir das funções operacionais é pedir ao líder para fazer outras atividades. Assim, o profissional ganha experiência em outros segmentos.