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Não confunda assédio moral com conflitos no trabalho

Enquanto os conflitos podem ser causados por simples divergências, o assédio moral é resultado de constrangimentos repetitivos

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SÃO PAULO – Você discute freqüentemente com seu chefe por causa dos projetos que são realizados? Costuma levar algumas broncas devido a erros nas atividades? Não se dá muito bem com o colega da área de suporte e, às vezes, “bate boca” com ele?

Este tipo de conflito no ambiente de trabalho, que pode acontecer devido às diferentes personalidades existentes nele, não deve ser confundido com o assédio moral. Este pode trazer prejuízos à saúde física e emocional.

O que é assédio moral?

De acordo com a advogada especialista em direito trabalhista, Mônica da Silveira, o assédio moral é a exposição dos trabalhadores a situações constrangedoras e humilhantes, repetitivas e prolongadas, durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções.

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“O assédio moral se concretiza muitas vezes por repetição de atitudes, gestos, palavras ou ações que atinjam a auto-estima da pessoa”, definiu a advogada.

Saiba diferenciar

Não é somente porque seu chefe lhe deu uma bronca que você foi alvo de assédio moral. Algumas atitudes podem confundir, como quando seu superior direto fala um pouco mais alto ou diz que seu trabalho não está bom.

Dar este tipo de bronca, em si, não é assédio moral, mas dependendo da maneira como ela é feita, pode ser caracterizada. Seu chefe grita ao chamar atenção? Xinga-o ou fala alto na frente de colegas? Faz isso a todo o momento? Respostas positivas exigem atenção especial.

O que fazer?

A empresa que sente este tipo de comportamento em sua equipe deve logo tomar alguma atitude. O funcionário, no entanto, deve procurar a pessoa responsável pela área de Recursos Humanos (RH).

Descreva as situações que o fizeram acreditar que está sendo vítima de assédio moral. Se a conversa não der resultados, saiba que a legislação brasileira não considera crime a prática, mas a condena.

“A boa notícia é que já existem jurisprudências (lei baseada em casos) dos tribunais brasileiros condenando empresas e organizações privadas por tal prática”, disse Mônica.

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