Estudar no exterior: 4 mitos e verdades sobre programas executivos

Esse modelo vem se encaixando cada vez mais na demanda do mercado de trabalho

Camila Lutfi

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Ao longo das últimas décadas, o desenvolvimento profissional esteve fortemente associado ao acúmulo de conhecimento técnico. Porém, esse modelo vem sendo gradualmente substituído por uma abordagem mais dinâmica.

Nesse contexto, os programas executivos internacionais podem se encaixar nessa demanda. Eles combinam aprendizado aplicado, exposição a diferentes contextos culturais e interação com profissionais de diversas áreas, criando um ambiente de desenvolvimento intensivo — e com custos mais baixos.

Esses tipos de curso ampliam a visão de mundo, desenvolvem adaptabilidade, autonomia, inteligência cultural e capacidade de atuar em ambientes diversos — competências cada vez mais valorizadas pelas empresas.

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Ainda assim, o formato pode gerar dúvidas em relação os objetivos, custos e até mesmo se é o momento certo de ingressar.

4 mitos sobre estudar no exterior em programas executivos

1. É feito somente para quem é diretor ou C-level

Na realidade, programas executivos são desenhados para diferentes momentos de carreira.

O fator mais relevante não é o cargo, mas o momento de carreira e
a disposição para evoluir.

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Os programas executivos internacionais são indicados para profissionais que:

2. É necessário largar tudo por 1 ou 2 anos

Esse é um grande mito. Afinal, há imersões de 1 a 2 semanas, com foco em aplicação imediata que garantem boas oportunidades para diversos profissionais.

Os programas executivos internacionais de curta duração são desenhados para profissionais que já estão inseridos no mercado e buscam atualização rápida e aplicável.

Mesmo com tempo menor do que um MBA, por exemplo, configurado como uma formação mais abrangente, esses programas permitem que o participante adquira novos conhecimentos e retorne rapidamente ao seu contexto profissional, aplicando o que aprendeu.

3. É impossível pagar

Será necessário algum investimento, mas existem formatos mais acessíveis — especialmente os de curta duração — e bolsas parciais significativas.

Para se ter uma ideia, um MBA de um ano nos EUA pode passar dos US$ 50 mil, sem considerar despesas com visto, passagem aérea, moradia, alimentação, transporte, seguro saúde e lazer.

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Já um curso executivo de curta duração, os valores podem ser bem menores justamente pelo período de imersão ser reduzido. Por exemplo, um curso executivo nos EUA de
duas semanas pode custar cerca de US$ 9,6 mil, já incluindo café da manhã e almoço nos dias de aula, hospedagem, traslado terrestre e certificado internacional.

Nessas opções os profissionais podem concorrer a bolsas de 30%, 50%, 70% e 90%.

4. É obrigatório inglês fluente

Além de processos de avaliação de proficiência, há como escolher destinos sem barreira de idioma, como Portugal.

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Embora o idioma seja importante, a fluência comprovada em certificados não é um requisito obrigatório para alguns programas executivos.

O mais relevante é a capacidade de compreender as aulas, interagir em discussões e aproveitar a experiência de forma ativa.

Se você quer aprofundar os formatos, custos, destinos e entender passo a passo como viabilizar uma experiência internacional, o e-book gratuito do InfoMoney reúne todas essas informações em um só lugar.

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