Mercado de trabalho para executivos de São Paulo registra leve alta em maio

Ao todo foram abertas 700 vagas, o que representa uma expansão de 1%, no confronto com o mesmo anterior

SÃO PAULO – O mercado de trabalho em São Paulo para executivos permaneceu praticamente estável em maio. Segundo a pesquisa Impex da Laerte Cordeiro Consultores em Recursos Humanos, no quinto mês do ano foram abertas 700 oportunidades, o que representa um crescimento de 1%, na comparação com abril.

Apesar da leve alta, o mês registrou melhor resultado deste começo do ano, já que em abril foram 680 vagas, 600 em março, 510 em fevereiro e 600 em janeiro. A média mensal de 2012 é de 618 postos de trabalho.

Entretanto, ao comparar com os dados apresentados em maio do ano passado, nota-se que houve um desaquecimento no mercado, já que no período eram 1050 vagas ofertadas, o que representa uma queda de cerca de 30%.

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“Estamos em junho, daqui a pouco fecha-se o semestre e os resultados melhores não aparecem. O que salva um pouco a situação é que as grandes obras do Plano de Desenvolvimento ainda não ganharam maior destaque e talvez nem maior realização. Não há muitas alternativas. Esperemos que o mês de junho já nos mostre o caminho para um mercado de trabalho para executivos que seja maior e mais intenso”, afirmou a consultoria, em nota.

Áreas que mais procuram executivos
Ao analisar os executivos mais procurados, os dados apontam que foram os Área Geral de Produção/Técnica foram os mais procurados, com 39% da oferta total. A seguir, os executivos das Áreas de Marketing/Vendas (24%), Finanças/Controle (19%), Serviços Internos (Recursos Humanos, Tecnologia da Informação e Jurídico) (17%) e Gerência Geral (1%).

Por cargo, os executivos mais procurados foram Diretores/Gerentes de Vendas, seguidos pelos de Recursos Humanos, de Materiais e Logística, de Tecnologia da Informação, de Administração e de Controllers.

Entre os Setores a Indústria foi a principal recrutadora de executivos, com 54% da oferta total. A seguir, o Setor de Serviços (44%) e o de Comércio (2%).