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Maioria dos estudantes que cursam MBA no exterior quer voltar ao Brasil

Motivos são necessidade de equilibrar satisfação pessoal e profissional, crescimento na carreira e família

SÃO PAULO – Uma pesquisa inédita, realizada pelo GNext Talent Search, empresa brasileira de identificação e recrutamento de jovens executivos, revelou que 61% dos alunos que fazem MBA nos Estados Unidos pretendem retornar ao Brasil, após o término do curso.

Entre os que desejam voltar, 35% afirmam que o motivo é a busca da união da satisfação pessoal e da profissional. Já 26% apontaram como razão o crescimento profissional, enquanto 22% relataram que irão retornar por questões familiares. Por outro lado, 24% querem igualmente voltar, porém a decisão dependerá das oportunidades que conquistarem em termos de desafios e remuneração.

O levantamento foi realizado com 49 alunos de conceituadas escolas de negócios americanas, em novembro do ano passado.

Perfil dos alunos

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Na opinião de Denise Barreto, sócia-diretora da GNext, a pesquisa apontou características bastante relevantes dos perfis desses jovens profissionais. “Primeiro, por exemplo, podemos citar o fato de que 92% dos entrevistados estão na faixa de 25 a 32 anos e 79% têm entre 28 e 32 anos. Ou seja, são ainda bastante jovens, ocupam posições de analistas ou mesmo de gerentes ainda juniores”, diz.

Além disso, foi constatado que 68% dos entrevistados eram graduados na área de Exatas. “Isso demonstra que esses alunos necessitam e buscam maior background administrativo e estratégico trazido por um curso de MBA, diferentemente dos que concluíram a graduação em áreas correlatas à Administração ou Economia”, salienta.

Área de atuação

O estudo também indicou que 42% dos profissionais brasileiros que cursam MBA no exterior querem atuar no mercado financeiro. Para eles, o curso no exterior servirá como um acelerador de carreira, ou seja, uma forma de transição para cargos mais altos.

O setor de consultoria aparece logo em seguida no ranking das áreas de interesse, como opção de 29% dos alunos pesquisados. Eles apontam uma série de questões que influenciam sua escolha, como o desafio intelectual e a remuneração mais agressiva.

Dos demais, 7% querem atuar no setor de Bens de Consumo, 5% na área de Administração Geral, 5% pretendem ter o negócio próprio e 4% disseram ter como objetivo a atuação no setor farmacêutico.