Luluzinha x Bolinha: nenhum dos dois, agora a tendência é ter uma equipe mista!

Consultor diz que mulheres ainda possuem uma remuneração menor, mas em cargos estratégicos isso não ocorre

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SÃO PAULO – Ter uma equipe predominantemente masculina ou feminina está ficando cada vez mais difícil no mundo corporativo. Segundo o consultor do IDORT/SP, Francisco Pescuma, a tendência é ter um time de colaboradores mistos.

“O ramo da empresa é o que geralmente define se a equipe terá mais mulheres ou mais homens. Em atividades que precisam de agilidade manual, como em determinadas linhas de produção das indústrias, as mulheres ganham mais espaço, já no setor de construção, os homens são a maioria”, diz Pescuma.

Luluzinha x Bolinha

Para o consultor, o maior nível de instrução e, na maioria das vezes, a habilidade em se comunicar fazem com que cada vez mais as mulheres ocupem cargos em posições estratégicas. “Oitenta por cento das vagas das faculdades são ocupadas por mulheres. Essa preocupação com a formação profissional e, consequentemente, com a carreira possibilita que elas alcancem cargos de liderança e estratégia”.

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Já em serviços operacionais, elas predominam nas áreas de call centers e de atendimento ao consumidor, por terem mais facilidade em se comunicar e em conquistar novos clientes.

Com relação aos homens, eles se destacam em indústria pesada, além dos setores de TI e de Engenharia.

Remuneração

Quanto à remuneração, Pescuma ressalta que a mulher ainda tem uma remuneração menor do que os homens no País.

“Porém, quando são cargos relacionados a posições estratégicas, não há diferenciação de salários. A tendência é que os salários de homens e mulheres fiquem iguais, com o passar do tempo, em todos os cargos”.