Janela de Johari: uma opção para o entendimento de sua equipe!

Tipo de dinâmica visa fazer com que profissionais percebam suas qualidades e a dos demais para melhor se relacionarem

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SÃO PAULO – Você, como líder, sente que sua equipe não está se entrosando da melhor maneira? Muitos problemas e desentendimentos vêm acontecendo e está prestes a perder o controle da situação? Pois saiba que é hora de parar e tomar uma atitude.

Dentre as opções, está aplicar a Janela de Johari. Nada mais do que um processo de dinâmica de grupo, a prática visa auxiliar no entendimento da comunicação interpessoal e nos relacionamentos com um grupo.

Mas o líder, apesar de participar da dinâmica, deve contar com o auxílio de um profissional para aplicação. Segundo o coordenador do Grupo Catho, Rodolfo Almeida Ohl, um psicólogo seria ideal, já que está apto a analisar o comportamento das pessoas.

Objetivos

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De acordo com o coordenador, a prática é usada nas equipes para que as pessoas percebam quais são suas características e saibam notar as dos demais colegas, o que é importante para o relacionamento. “A técnica visa aproximar ainda mais as pessoas”.

As conseqüências disso são uma melhor conexão entre a equipe que, a partir do conhecimento das qualidades de seus membros, passarão a respeitá-los mais e saber com quem contar para cada tipo de trabalho. Resultado: mais produtividade num ambiente harmonioso!

Como fazer?

A Janela de Johari deve ser aplicada em quatro etapas, nas quais qualidades devem ser expostas, descritas de maneira simplificada abaixo:

  • Imagem aberta: qualidades que você sabe que tem e os outros também. É uma espécie de retrato onde a pessoa se identifica assim como os outros a identificam;
  • Imagem secreta: qualidades que você sabe que tem e os outros não. É o que a pessoa realmente é, mas esconde das demais;
  • Imagem cega: qualidades que você não sabe que tem, mas os outros sim. A percepção das demais pessoas sobre você;
  • Imagem desconhecida: qualidades que nem você nem os outros sabem que você possui. É o que está presente no subconsciente, difícil de ser analisado e percebido.

Durante a dinâmica, cada pessoa recebe um papel com quatro quadrados para colocar suas características, os papéis rodam e as outras pessoas também preenchem.

Depois disso, são colocadas para o grupo as qualificações de cada profissional, em uma lousa. É nessa hora que entra o psicólogo, para analisar os dados. A realidade pode ser um pouco dura com um integrante da equipe e, por isso, é preciso maturidade para participar, disse o coordenador.

As discrepâncias entre o que o profissional pensa de si e a percepção do grupo devem ser discutidas. “Ao final, cada um define um plano de melhorias”, explicou Ohl.

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