Internet não pode ser único meio de informações sobre cursos, diz especialista

Profissional interessado em estudar deve procurar indicações com alguém que já tenha feito o curso

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SÃO PAULO – A internet faz parte do cotidiano dos profissionais brasileiros. Muitos trabalham conectados o dia inteiro na rede, acompanham as notícias ou até mesmo participam de reuniões on-line. Mas será que ela pode ajudar na escolha de um curso, como pós-graduação e mestrado?

A consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Gisele Andriotti, afirma que a internet pode ser utilizada como uma ferramenta de auxílio, mas não pode ser o único meio.

“Para fazer a busca na internet, é necessário que o profissional já tenha um direcionamento. O problema da internet é que alguns sites têm informações que não são verdadeiras, o que pode fazer com que a pessoa tome a decisão errada”, diz.

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Indicações
A especialista afirma que o profissional interessado em estudar deve procurar indicações com alguém que já tenha feito o curso. Uma dica é conversar com os colegas do trabalho, já que atuam no mesmo setor.

“Se esse colega não fez aquele curso ou não conhece determinada instituição, ele pode indicar alguém de seu networking para conversar”, afirma Gisele.

O que buscar na internet
Após ter feito essa pesquisa prévia, o profissional pode procurar outras informações na internet. Segundo a especialista, as páginas indicadas são as das próprias instituições que oferecem os cursos.

Ela explica que o profissional tem de avaliar o conteúdo programático do curso, além de analisar os currículos dos professores. Vale lembrar que esses cursos têm alto valor de investimento.

“A pessoa deve avaliar o conteúdo programático. Às vezes, o profissional está esperando algo que não vai ser abordado. Isso pode frustrar o profissional”, explica a especialista.

Pessoalmente
Sobre conhecer a instituição, Gisele aconselha ir somente quando ela disponibilizar algum profissional para explicar sobre o conteúdo do curso. “A pessoa pode ligar e confirmar se existe alguém que pode ajudar. Mas é mais confiável pedir informações com quem já fez o curso”, finaliza.

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