AO VIVO Analista Guilherme Cadonhotto revela uma de suas ações preferidas para viver de renda

Analista Guilherme Cadonhotto revela uma de suas ações preferidas para viver de renda

IBGE: rendimento médio do trabalhador aumenta 6,4% em 12 meses

Referência é setembro de 2007; no confronto mensal, a alta foi de 0,9%, atingindo R$ 1.267,30 em setembro de 2008

SÃO PAULO – O rendimento médio real da população ocupada (R$ 1.267,30) apresentou alta de 0,9% na comparação com agosto. Já no confronto com setembro do ano passado, o valor aumentou 6,4%.

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (23), fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do País.

Renda por região

Frente a agosto, Recife (0,7%), Belo Horizonte (3,4%), Salvador (5,7%), São Paulo (1,1%) e Porto Alegre (1%) registraram alta no rendimento médio real da população ocupada. Já Rio de Janeiro (-1,4%) apresentou queda.

Na comparação anual, o salário médio da população ocupada cresceu em cinco das seis regiões pesquisadas: Salvador (12,3%), Belo Horizonte (9%), Rio de Janeiro (8%), Porto Alegre (1,1%) e São Paulo (5,7%). Recife registrou estabilidade.

Autônomos, formais e informais

Em setembro, o rendimento médio das pessoas que trabalhavam por conta própria apresentou queda, atingindo R$ 1.053,00 (variação de 1,4%). Frente ao nono mês de 2007, houve acréscimo de 4,8%.

Já os salários dos empregados do setor privado sem registro caíram 3,3% no confronto mensal, ficando em R$ 815,40, e 4,5% na comparação com setembro do ano passado.

Para quem trabalha no setor privado com carteira assinada, os rendimentos obtiveram alta de 0,1% no nono mês de 2008, atingindo R$ 1.212,50. Frente a setembro de 2007, houve aumento de 4,6%.

Renda por atividade econômica

No mês passado, frente a agosto, os profissionais de quatro atividades econômicas tiveram alta na renda: indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (2,7%), serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (0,6%), educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (3,2%) e outros serviços (2,3%).

Já construção (4,8%) e comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (0,9%) apresentaram quedas, enquanto o setor de serviços domésticos se manteve estável.

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Considerando o confronto anual, somente construção apresentou queda no rendimento, de 1,1%. Entre as altas, o destaque ficou com educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (9,1%), e serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (7,3%).