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IBGE: horas pagas na indústria brasileira diminuem 0,9% em janeiro

Apesar da retração, número ainda é superior em 2,9% ao registrado no começo do ano passado

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SÃO PAULO – Apesar do aumento de contratações e da elevação média dos salários em janeiro, o índice de horas pagas aos trabalhadores da indústria nacional recuou 0,9% no período, diante dos números verificados em dezembro.

Esta queda, porém, não se repete na comparação com a mesma época do ano passado e no acumulado dos últimos doze meses, que apontam expansão de 2,9% e 2,4%, respectivamente.

Divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (16), a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário revela também queda de 0,3% na jornada média de trabalho, em relação a dezembro, e leve alta de 0,2% no índice acumulado dos últimos doze meses.

Começo de 2005 é melhor que em 2004

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, as horas pagas na indústria brasileira cresceram 2,9% em decorrência dos resultados positivos apurados em 12 dos 14 locais analisados e também em 12 dos 18 ramos pesquisados pelo IBGE.

As maiores pressões para o saldo favorável do indicador nacional de janeiro vieram de São Paulo (2,6%), da região Nordeste (4,7%) e de Minas Gerais (4,8%). Na indústria paulista, que tem o maior peso na composição do índice, os aumentos mais significativos das horas pagas ocorreram nos segmentos de máquinas e equipamentos (13,5%), meios de transporte (14,8%) e alimentos e bebidas (9,5%).

Segundo o IBGE, as duas únicas contribuições negativas neste início de ano foram observadas na indústria do Rio Grande do Sul (-1,8%) e do Rio de Janeiro (-2,5%). Apenas estes dois estados também registraram saldo negativo no número de contratações de janeiro.