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CEO da Audi é preso por envolvimento no escândalo "dieselgate"

Caso envolveu o grupo Volkswagen por uso de técnicas fraudulentas para reduzir a emissão gases poluentes em seus motores de 2009 a 2015

Rupert Stadler, CEO da Audi
(Ueslei Marcelino/Reuters)

SÃO PAULO - O presidente da fabricante alemã Audi, Rupert Stadler, foi preso na Alemanha, nesta segunda-feira (18), por envolvimento no escândalo que ficou conhecido como "dieselgate" - caso em que o grupo Volkswagen, o qual a marca faz parte, foi acusado de usar técnicas fraudulentas para reduzir a emissão de gás carbônico e óxido de nitrogênio em seus motores de 2009 a 2015, segundo informações do jornal alemão Auto iDNES.cz. 

O CEO da Audi era o único líder de marca do grupo que não tinha sido atingido na primeira leva de investigações do "dieselgate".

Em setembro de 2015, respondendo às acusações, o grupo Volkswagen admitiu ter instalado um software na injeção eletrônica de 110 milhões de carros para diminuição temporária de emissão de gases poluentes. Stadler era presidente da Audi desde 2007 e tinha posições importantes no grupo desde 1997. 

O grupo Volkswagen concordou em pagar a multa bilionária por fraude de emissões na semana passada. Segundo o site, o Ministério Público de Braunschweig, cidade alemã, anunciou que a investigação das fabricantes suspeitas das fraudes devem ser encerradas até o final deste ano.

Por enquanto, cerca de 20 pessoas ainda estão sob suspeita na investigação que segue apurando se há mais carros do grupo equipados com esse software de redução de poluentes.  

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