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3 ''crenças'' sobre liderança que não passam de mitos, segundo coach de carreiras

A coach Ana Pliopas, da Hudson Institute of Coaching, esclareceu que três crenças comuns do mercado são mentira

Liderança
(Shutterstock)

SÃO PAULO – Atingir a liderança em um negócio próprio ou na empresa em que se trabalha é o objetivo de muitos profissionais. É também, entretanto, um objetivo visto como um dos maiores desafios da vida profissional, com “passos” a serem seguidos.

Entretanto, segundo a coach de carreira Ana Pliopas, do Hudson Institute of Coaching, a ideia de que existe uma receita pronta a ser seguida para atingir a liderança não passa de um mito do mercado – e pode ser muito mais fácil do que aparenta.  

“A missão do coach é encontrar uma abordagem sob medida para cada profissional exercer a liderança levando em consideração o seu próprio estilo”, explicou.

Além disso, o mito de que existem etapas a serem completadas até atingir a liderança não é o único conhecido no mercado. Ana revelou quais são os principais e explicou por que não passam de uma mentira:

1.       Somente pessoas extrovertidas são bons líderes

“Pessoas introvertidas podem ser tão bem-sucedidas ou até mais que os extrovertidos. Estudos comprovam que o que leva alguns introvertidos a serem líderes excepcionais é a valorização que estes dão às conquistas coletivas e priorização de objetivos comuns”, explicou a coach.

2.       Líderes devem ter uma relação de amizade com seus liderados

A prática de construir uma relação de amizade com sua equipe é comum entre os jovens, mas não necessariamente é uma prática boa. Ana explica que, na verdade, é uma prática “equivocada”, pois o que os liderados procuram são “gestores inspiradores, que tenham posicionamento e imponham limites quando necessário”.

3.       Existe uma receita para se tornar líder

Não se deve seguir todos os passos de um outro líder para alcançar a liderança. Segundo Ana, um líder deve “usar diferentes estilos de liderança para diferentes liderados”. “Cada momento requer um posicionamento, ora mais democrático, ora mais incisivo”, disse.

 

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