Geração de emprego no País é a maior da história, segundo Caged

O número de empregos com carteira assinada gerados no primeiro semestre do ano atingiu o patamar 1.095.503 postos

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SÃO PAULO – No primeiro semestre do ano, foram criados 1.095.503 postos com carteira assinada no País, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o que representa 18,6% superior ao saldo do ano passado e uma expansão de 3,96% no estoque de empregos formais observado no início do ano.

De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o recorde semestral anterior era de 2004, quando o estoque foi ampliado em 1,034 milhão de postos.

Em junho de 2007, foram gerados 181.667 empregos com carteira assinada, número 16,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (155.455 postos) e terceiro maior da série histórica do Caged.

Reflexos do Pac

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Conforme apontou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os números evidenciaram a influência econômica do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

“Este reflexo fica claro na agropecuária e na construção civil, setores onde o governo está investindo pesado. Esta semana, o Conselho Curador do FGTS aprovou mais de R$ 600 milhões para a compra da casa própria por famílias que ganham até cinco salários mínimos, e os números devem continuar crescendo”, afirmou.

Crescimento em todos os setores

A agropecuária e a construção civil tiveram seu melhor desempenho no primeiro semestre em toda a série histórica. Enquanto no campo houve crescimento de 238.437 vagas (expansão de 16,55%), a construção apresentou um acréscimo de 97.571 postos, com elevação de 7,22% do estoque de empregos do setor.

O setor de serviços (327.563 postos, com crescimento de 2,95%) e a indústria de transformação (299.509 vagas e expansão de 4,62%) tiveram o segundo melhor saldo já obtido pelos dois segmentos no primeiro semestre.

Análise regional

No período analisado, os estados que mais se destacaram foram: São Paulo (486.175 postos), Minas Gerais (186.571), Paraná (95.215) e Rio de Janeiro (63.828).

Também tiveram resultados recordes no semestre: Rondônia, Maranhão, Santa Catarina e Goiás.

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