Futebol, religião e política: cuidado com temas polêmicos no trabalho!

Eles podem provocar discussões desnecessárias e ambiente desagradável. Por isso, só argumente para trazer soluções

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SÃO PAULO – A televisão está ligada e logo aparece a reprise dos gols que seu time fez no jogo da noite passada. Diante desta situação, você já vira para o colega do lado no trabalho e diz que seu time é o melhor, mesmo sabendo que o jogo foi contra o time dele, e começa uma longa discussão.

Esta atitude pode complicar sua vida na empresa. Em primeiro lugar porque o local de trabalho não é destinado para discussão de assuntos alheios aos projetos que estão sendo feitos. Em segundo, porque alguns desentendimentos e pequenos conflitos podem ser gerados a partir daí.

Com relação ao futebol, mesmo que o ambiente seja descontraído ou no casual day, evite o uso de camisetas de times, já que não deve-se misturar lazer e carreira, mesmo que o esporte seja assunto sério para você.

Cada um tem sua crença!

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E é por isso que as discussões de religião não têm fundamento. Acreditar e não-acreditar é algo bastante subjetivo.

É claro que o assunto deve ser respeitado. Mas quando religião for o tema do dia, nada de se intrometer. Afinal, o que os outros dizem irá mudar sua concepção? Você não irá mais à sinagoga porque seu colega falou que o judaísmo é errado?

Além disso, nada de discriminação. Vivemos em um país livre, onde as pessoas têm total direito de seguir a religião que quiserem. Imagine se você mostra este tipo de comportamento no calor de uma discussão no trabalho. Pode ter certeza que será mal visto.

Discussão política é compreensível!

Afinal, as decisões dos governantes influenciam diretamente na vida empresarial e na sua carreira. Quando dizem respeito ao seu setor, é até melhor que sejam discutidas, para que você tenha uma visão mais ampla dos acontecimentos para orientar suas atitudes.

No entanto, mesmo assim devem ser dosadas. Discutir não significa falar sobre sua orientação partidária, mas de situações atuais, para que se chegue a alguma solução sobre um problema da empresa.

Quando a discussão inclui medidas anteriores e se baseia apenas na crítica de atitudes e comportamentos de presidentes, o que não fará diferença nenhuma no que acontece hoje, é melhor abandonar o tema.

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