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Analisando ações: como fazer trades se você tem pouco tempo para operar

Executivos levam em torno de seis meses para se recolocarem

De acordo com levantamento, mais de 50% das pessoas se recolocam no mercado de trabalho por meio do networking

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SÃO PAULO – O tempo médio de recolocação para executivos de média e alta gerência é de cinco ou seis meses, segundo revela pesquisa realizada pela De Bernt Entschev Human Capital.

A recolocação mais rápida, de acordo com o estudo, acontece com as pessoas que se preocupam em planejar adequadamente a carreira, investindo em boa formação, segundo idioma, educação continuada, boa rede de networking e preocupação com marketing pessoal.

Onde buscar emprego?
Ainda conforme o levantamento, mais de 50% das pessoas se recolocam por meio do networking. Porém, segundo a headhunter da De Bernt Entschev, Michelli Kaminski, caso o networking não seja suficiente, vale cadastrar o currículo em sites de empregos e bancos de dados.

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“A forma mais prática e fácil de saber se há vagas e brechas disponíveis no mercado é por meio das empresas que seus contatos trabalham. Além disso, eles também podem indicar outros contatos que podem dar uma saída à pessoa”, explica Michelli.

Para criar um bom networking, a especialista aconselha que as pessoas mantenham contato constante com as pessoas que fazem parte de sua rede de relacionamentos, tenham uma grande rede de amigos e contatos no ramo em que atuam e colecionem cartões de visitas trocados em seminários e reuniões.

Além disso, diz ela, para aumentar as chances no mercado de trabalho, é importante que as pessoas invistam em cursos de aperfeiçoamento. “Ficar parado muito tempo o torna defasado, aproveite o período de busca para estudar e se atualizar”.

Perfil dos contratados
Ainda segundo a pesquisa da De Bernt Entschev, 47% dos executivos que conseguem se recolocar no mercado de trabalho conquistam cargos de gerência, sendo que 14% são empregados em grandes empresas.

Na maior parte dos casos, 96%, a idade é indiferente e quando o assunto é idiomas, o inglês é falado por 32% deles.