Estude na Austrália por seis meses e faça carreira do outro lado do mundo

Legislação australiana permite que o estudante trabalhe até 20 horas semanais, que podem ser divididas conforme necessidade

SÃO PAULO – Estudar no exterior é o sonho de muitos que pretendem seguir carreira em outro país ou simplesmente aprimorar o inglês e retornar ao Brasil. Entre o leque de opções que existe, uma das mais interessantes é a realização de cursos técnicos na Austrália, uma vez que eles abrem as portas para o mercado de trabalho.

Conhecidos como VET (sigla que significa Educação Vocacional e Formação Profissional), os cursos técnicos australianos preparam os estrangeiros para que possam atuar em áreas como Administração, Contabilidade, Turismo, Tecnologia da Informação, Recursos Humanos, Marketing e Comércio Exterior. Um curso técnico em “Business”, por exemplo, dura seis meses e custa a partir de AU$ 3.283, pela agência Information Brazil.

Como funciona

De acordo com a agência Information Brazil, o aluno pode trabalhar enquanto estuda. A legislação australiana permite que o estudante trabalhe até 20 horas semanais, que podem ser divididas conforme a disponibilidade de cada um. Por exemplo, é possível fazer um curso entre 9h e 15h e trabalhar entre as 18h e as 22h em um restaurante.

Veja um exemplo de programa para um curso técnico em Sydney, com duração de seis meses:

  • 4 semanas de acomodação em república sem refeições;
  • Traslado do aeroporto para a acomodação;
  • Taxas de banco;
  • Taxa de matrícula;
  • Seguro médico obrigatório para sete meses;
  • Início do curso ainda em 2008: 4 de agosto, 12, 19 ou 26 de outubro;
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  • Custo: a partir de AU$ 3.283.

Além da duração relativamente curta, outra vantagem do curso é a possibilidade de aproveitar os créditos em uma futura faculdade cursada na Austrália, graças ao sistema integrado de ensino.

Austrália demanda profissionais qualificadas

Por conta de sua população relativamente pequena, estimada em cerca de 19,8 milhões de pessoas em 2006, a Austrália demanda mão-de-obra de outros países, de forma que emprego é que não falta no paraíso dos surfistas.