Estágio no exterior: agregue experiência e diferencial ao seu currículo

Aprender na prática é a melhor maneira de conhecer seus pontos fracos e fortes. Que tal encarar um estágio fora do País?

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SÃO PAULO – Aprender na prática realmente é a melhor forma de ampliar seus conhecimentos e encontrar seus pontos fracos e fortes na carreira escolhida. O estágio
é uma ótima forma de ingressar no mercado de trabalho, pois permite ao estudante praticar a teoria que vê na sala de aula e, ainda, trocar experiências com profissionais mais experientes.

Que tal aproveitar todos esses benefícios e ainda curtir um tempinho fora do País?

Estágio no exterior

A experiência internacional pode agregar muito valor ao seu currículo
e muitos estudantes brasileiros estão aderindo a essa idéia, com o objetivo de aprender mais para depois encarar o primeiro emprego.

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Com a concorrência cada vez mais acirrada, muitos jovens estão investindo nesta oportunidade para ter um diferencial na hora de uma entrevista de emprego.

Uma das oportunidades é o Iaeste, oferecido, no Brasil, pela CI – Central de Intercâmbios. No programa, o universitário pode conseguir estágio em mais de 90 países. Para participar, basta ter entre 18 e 28 anos e estar matriculado em um curso de graduação no País.

Outra opção, essa indicada para pessoas de 18 a 35 anos de idade, é oferecida pela UKBR, sediada em Londres, e é voltada para estudantes de Marketing, Computação, Moda, Finanças, Engenharia, Design Interior e Arquitetura, Seguros, Turismo, Educação, Relações Públicas entre outras. Para participar, é necessário inscrever-se num curso de inglês, com a mesma duração do estágio, enviar um currículo no idioma e uma carta de apresentação informando o motivo que o leva a participar do programa. As vagas estão disponíveis em toda a Inglaterra.

Do you speak English?

Fluência no idioma não é necessária, mas um bom conhecimento da língua do país facilita a colocação e o sucesso do aluno. De acordo com a supervisora de estágios do programa, Thaís Sá, um estágio no exterior pode mudar a carreira do estudante. “O aluno não só tem a oportunidade de aprender novos termos técnicos e aperfeiçoar o idioma, como também aprender sobre novas culturas”, afirma.

Para os estudantes com conhecimento em outras línguas, se não o inglês, o trabalho fica limitado às empresas sediadas nos países que falem estes idiomas.

Investimento e remuneração

Os estágios são remunerados e o salário, pago na moeda do País escolhido, é suficiente para que o estudante se mantenha no local durante o período do aprendizado. Além disso, no caso do Iaeste, o investimento inicial é relativamente baixo frente aos ganhos da experiência: R$ 60 de taxa de inscrição e US$ 290 para a colocação.

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No programa na UKBR, o estágio não é remunerado e o estudante trabalha apenas 20 horas semanais. “O principal objetivo deste programa é fornecer o aperfeiçoamento do idioma, já que é obrigatório estudar inglês, além dos conhecimentos técnicos e práticos da profissão”, explica Isabel Rubinsteinn, proprietária da agência.