AO VIVO Especialista recomenda ativo ao vivo em aula sobre Fundos Imobiliários

Especialista recomenda ativo ao vivo em aula sobre Fundos Imobiliários

Estados do Nordeste tinham os menores salários em 2005, aponta IBGE

Os dois menores valores eram de Alagoas (2,1 mínimos ou R$ 602), Paraíba (2,4 ou R$ 688) e Piauí (2,4 ou R$ 688)

SÃO PAULO – Em 2005, os estados que apresentavam os menores salários médios mensais estavam todos situados na Região Nordeste: Alagoas (2,1 mínimos ou R$ 602, considerando o valor médio de R$ 288,67 vigente naquele ano), Paraíba (2,4 ou R$ 688), Piauí (2,4 ou R$ 688), Ceará (2,5 ou R$ 721,67), Maranhão (2,5 ou R$ 716,67) e Pernambuco (2,6 ou R$ 745,34).

Os dados, divulgados nesta quarta-feira (19), fazem parte do “Cadastro Central de Empresas” (Cempre), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e apontam que o salário médio mensal no Brasil era de 3,7 salários mínimos em 2005, ou R$ 1.060,68.

Diferenças regionais

Ainda segundo o IBGE, os estados com níveis de salário mais altos eram: Distrito Federal (6,8 mínimos ou R$ 1.949,35), São Paulo (4,5 ou R$ 1.290,01), Rio de Janeiro (4,3 ou R$ 1.232,68), Amapá (4 ou R$ 1.146,68) e Roraima (3,9 ou R$ 1.118,01).

Por outro lado, apenas o Estado de São Paulo respondia por 36,4% de todos os salários e outras remunerações pagas em 2005. Os demais estados do Sudeste representavam 21,4%; os do Sul, 16,4%; os do Nordeste, 12,5%; os do Centro-Oeste, 9,2%; e o Norte, 4,2%.

Pessoal ocupado

Além disso, São Paulo obteve 30,1% do pessoal ocupado em 2005, mais do que todo o restante da Região Sudeste (22,1%), Sul (18,5%), Nordeste (16,8%), Centro-Oeste (7,8%) e Norte (4,7%).

Considerando a participação sobre o pessoal ocupado assalariado os percentuais eram de 29,7% para São Paulo, 22,2% para o Sudeste, 17,7% para o Sul, 17,4% para o Nordeste, 8% para o Centro-Oeste e 5% para o Norte.