Em tempos de crise, mudar para interior pode ser sinônimo de emprego

"No interior, como muitas vezes falta qualificação, há salários e benefícios até melhores que a capital", diz diretor de marketing

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SÃO PAULO – Em tempos de crise, buscar novas oportunidades de trabalho longe das grandes capitais do País pode ser uma saída.

Uma pesquisa feita pela Catho revelou que, no seu banco de dados, há 9 mil vagas nas cidades do interior brasileiro. Dessas cidades, o município de Araruama (RJ) foi o que ofertou mais vagas, com 489.

“No interior, como muitas vezes falta mão-de-obra qualificada, há salários e pacotes de benefícios até melhores do que nas grandes capitais. Cabe ao profissional decidir se realmente vale a pena a mudança de cidade, ao migrar para as regiões mais tranquilas. Outro fato interessante é que muitas empresas oferecem até uma ajuda de custo inicial para o profissional que precisa mudar de localidade”, ressalta o diretor de Marketing da Catho Online e responsável pela pesquisa, Adriano Meirinho.

Ranking das cidades

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Entre as nove cidades do interior do Brasil que ofereceram mais postos de trabalho, a maioria está na Região Sudeste. Confira o ranking:

  1. Araruama (RJ) – 489;
  2. Feira de Santana (BA) – 237;
  3. Bauru (SP) – 219;
  4. Juiz de Fora (MG) – 144;
  5. Inhambupe (BA) – 139;
  6. Araçatuba (SP) – 137;
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  8. Araraquara (SP) – 136;
  9. Divinópolis (MG) – 80;
  10. Passo Fundo (RS) – 66;

A pesquisa também constatou que a região Sudeste é responsável por 49% de todas as vagas (capital e interior) disponíveis no banco de dados da instituição. Em seguida, surge a região Nordeste, com 18% das oportunidades; Sul, com 17%; Centro-Oeste, com 13%; e Norte, com 3%.

Áreas mais promissoras

Nas cidades do interior, os profissionais da área Comercial são os mais requisitados, uma vez que 27% das empresas dessas regiões afirmaram que precisam dessa mão-de-obra. Veja as outras profissões mais procuradas no interior:

  1. Comercial – Vendas 27%;
  2. Médico – Hospitalar 15%;
  3. Informática – TI (Tecnologia da Informação) 10%;
  4. Educação – 7%;
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  6. Financeira Administrativa – 5%;
  7. Telemarketing – 3%;
  8. Enfermagem – 3%;
  9. Odontologia – 2%;
  10. Contabilidade – 2%;
  11. Industrial – 2%;
  12. Outras Áreas – 23%.

Sobre o estudo

A pesquisa foi feita em 936 cidades do interior do Brasil, na primeira quinzena de maio de 2009. Os resultados foram retirados do banco de dados da instituição.

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