Descubra qual é sua dominância cerebral e como você contribui para a equipe

O relacional é expressivo e falante, ao passo que o analítico é racional, entende de dinheiro e de aspectos financeiros

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SÃO PAULO – O modelo da dominância cerebral é utilizado para liderar equipes. Funciona assim: cada indivíduo possui determinadas preferências comportamentais, que são definidas nos hemisférios do sistema límbico e do neocórtex. Basicamente, o hemisfério do lado direito é responsável por funções emocionais e o do lado esquerdo, pelas racionais.

O diretor-sócio da MOT (Mudanças Organizacionais e Treinamento), Alfredo Castro, explicou, durante palestra realizada no 2º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos), que há quatro grandes divisões comportamentais. Em cada pessoa, prevalece uma dominância.

Castro afirmou que nenhuma delas é melhor do que a outra. Pelo contrário, as quatro são necessárias em uma equipe. Cabe ao líder identificar a dominância cerebral de cada integrante do grupo, aceitar que as pessoas são diferentes, compreender cada perfil e valorizar as diferenças, que irão enriquecer o produto final da equipe. “A diversidade de cada ambiente irá determinar a eficiência do grupo”.

Conheça as divisões comportamentais

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Conheça os quatro grandes grupos de preferências comportamentais:

  • O relacional é muito expressivo, falante, curioso, sensível, brincalhão, emocional, espiritual, gosta de ensinar, apoiar, fazer com que as pessoas trabalhem juntas, é bastante voltado para aspectos da comunicação, toca as pessoas com seu jeito e é orientado para atividade de grupo. Por gostar de ensinar, é bom para ministrar treinamentos, escutar o próximo e trabalhar em sociedades;
  • O organizador, por sua vez, dá muita atenção aos detalhes, é confiável, responsável, rápido ao tomar providências, bom planejador (sendo, por isso, bom administrador), gosta de cumprir o cronograma e construir algo novo, e faz acontecer;
  • O profissional analítico é racional, impessoal, gosta de trabalhar sozinho, e em silêncio, entende de dinheiro e de aspectos financeiros, podendo resolver problemas difíceis e avaliar a viabilidade dos projetos. Ele analisa e processa logicamente os fatos, trabalhando pelo funcionamento dos processos em uma empresa;
  • O experimental é impetuoso, especulador, gosta de correr riscos, quebrar regras, ser surpreendido e surpreender. Ele imagina, sintetiza, inventa soluções, desenvolve visões inusitadas e se arrisca.