Copa: recrutamento e seleção será a área mais promissora, diz Sindeprestem

Área com maior potencial para a contratação de mão de obra especializada ou temporária será a de recrutamento e seleção

SÃO PAULO – As prestadoras de serviços do País estão otimistas com as possibilidades de negócios que poderão ser geradas com Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

De acordo com o Ipema (Instituto de Pesquisa Manager), a expectativa de 82,8% dos empresários consultados é que tal evento proporcione um incremento de 50% no faturamento das companhias do setor. Com isso, não apenas as empresas serão beneficiadas, mas também os trabalhadores, que poderão concorrer a mais vagas temporárias durante o período em questão.

Os dados fazem parte de uma pesquisa do Sindeprestem e pela Asserttem (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário).

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Potencial
Entre as áreas com maior potencial de contratação de mão de obra especializada ou temporária, a de recrutamento e seleção é a que mais se destaca, apresentando 66,7% das menções dos empresários consultados.

 

Já outros setores como o de controle de acesso, limpeza e conservação e trabalho temporário também estão entre os mais cotados em termos de novas oportunidades,

 

recebendo, respectivamente, 46,2%, 38,7% e 35,5% dos votos.

 

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Dificuldades
A pesquisa listou ainda as principais dificuldades apontadas para a venda de serviços no período em questão: a falta de mão de obra qualificada foi a principal delas. Para se ter uma ideia, o item foi mencionado por 80,6% dos empresários do setor.

Outros pontos mencionados foram a documentação oficial para as licitações e a logística de atendimento, que tiveram, respectivamente, 24,7% e 18,3% das menções. Já as linhas de crédito foram citadas por apenas 14% dos respondentes, enquanto que o capital foi abordado por 12,9% dos entrevistados.

O levantamento
O levantamento avaliou a opinião dos representantes de empresas de até 300 funconários (47,3%); de 300 a 700 funcionários (24,7%) e acima de 700 funcionários (28%).