Como se comportar quando o nível de trabalho na empresa está baixo?

Esperar o tempo passar e ser cobrado ou tomar a dianteira e buscar algum tipo de serviço para fazer?

SÃO PAULO – Quando o ritmo de trabalho na empresa está baixo, o que fazer? Na opinião da diretora de Projetos da consultoria Great Place to Work, Renata Hummel, pró-atividade é a resposta para essas ocasiões.

“O ideal é ter iniciativa, estar sempre preocupado com as questões corporativas. Independentemente disso, o funcionário deve conversar com o chefe para propor soluções e novas ideias”, aponta a especialista.

Liberdade
Segundo Roberta, o gestor espera que os funcionários tomem para si a responsabilidade de sugerirem novos focos, trabalhos e até reajustes no que estava dando errado na empresa.

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“Quando a empresa proporciona um ambiente de mais liberdade entre chefia e funcionário, surge um estímulo para que todos cooperem em situações de falta de serviço. As pessoas irão se sentir mais à vontade para sugerirem novas ideias”, diz a especialista.

De fato, para que esse caminho seja aberto, o gestor deve ouvir e abrir espaço para receber seus comandados. Sem esse movimento, todos podem se sentir desestimulados.

“É ruim quando ninguém ouve e não dá valor ao funcionário. Existem gestores que intensificam sua avaliação nessas situações, de modo a reconhecer os funcionários realmente engajados com a companhia”, explica Roberta.

Sossego
Da mesma forma que os pró-ativos são observados, os funcionários mais indispostos com o serviço também são. Segundo Roberta, os mais “preguiçosos” passam a impressão de que não estão preocupados com os interesses de onde trabalham, além de não perceberem qual é o próprio papel dentro da empresa.

“Sempre colabore com o sucesso da empresa. Em momento de crise, por exemplo, os chefes repensam quem são as pessoas que estão a fim de ajudar a corporação”, conclui a especialista.