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São Paulo

Comércio varejista apresenta saldo de 1.198 em contratações em setembro

No nono mês do ano, foram admitidas 44.560 pessoas e demitidas 43.362, contabilizando estoque final de 994.662 trabalhadores

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(Wikimedia Commons)

SÃO PAULO – O comércio varejista de São Paulo registrou o saldo positivo de empregados com carteira assinada, de 1.198, em setembro. É o que revela um levantamento divulgado pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

No nono mês do ano, foram admitidas 44.560 pessoas e demitidas 43.362, contabilizando estoque final de 994.662 trabalhadores.

A Assessoria Técnica da FecomercioSP explica que os empresários do comércio não estão contratando menos e demitindo mais e, sim, ajustando e selecionando seu quadro de funcionários para as vendas de fim de ano. Os setores que mais contrataram foram os de Vestuário, Tecidos e Calçados (5,9%), Móveis e Decorações (4,9%), Supermercados (4,8%) e Farmácias e Perfumarias (4,8%).

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Otimismo
A entidade acrescenta ainda que embora o nível de contrações formais em 2012 seja menor que o verificado em 2011, ela acredita que a recuperação do nível de emprego sentida nesses três primeiros meses do segundo semestre demonstra que os empresários do comércio estão otimistas e apostando nos seus negócios para esse segundo semestre. Essa evolução pode ser interpretada como uma tendência, visto que há uma série de estímulos para a manutenção do nível de atividade econômica aquecida e, principalmente, o consumo interno.

“Dentre esses estímulos, estão as expansões do crédito e da renda, a queda nas taxas de juro, o alongamento dos prazos de financiamento, a manutenção dos incentivos fiscais (redução do IPI), dentre outros. A proximidade das vendas de fim de ano ainda deve impulsionar as vendas e por consequência as encomendas do comércio à indústria, impactando indiretamente a contratação de mão de obra do varejo – como sazonalmente se dá. Isso sem contar com a injeção de cerca de R$ 38 bilhões proveniente do 13º na renda das famílias”.