Com exceção da Caixa, greve de bancários chega ao fim, após 15 dias

Profissionais aceitaram a proposta da Fenaban, que prevê reajuste salarial de 6%, com aumento real de 1,5%

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SÃO PAULO – Após 15 dias de greve, os bancários de São Paulo, Osasco e região de bancos privados, da Nossa Caixa e do Banco do Brasil decidiram, durante assembleia realizada nesta quinta-feira (8), encerrar a greve.

Eles aceitaram a proposta da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), que prevê reajuste salarial de 6%, com aumento real de 1,5%, Participação nos Lucros e Resultados com regra mais simples, baseada em percentual do lucro, e não mais na variação de crescimento de um ano para o outro, ampliação da licença-maternidade para seis meses, reajuste no valor do Plano de Cargos e Salários no Banco do Brasil, contratação de 10 mil bancários no Banco do Brasil e distribuição de valor extra aos bancários da Nossa Caixa.

Apenas os bancários da Caixa Econômica Federal não aceitaram a proposta e decidiram manter a greve.

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“Pelo sexto ano consecutivo, os bancários conquistam aumento real de salários. Graças à forte greve da categoria, os trabalhadores de um dos setores mais lucrativos do país conseguiram avanços econômicos e sociais”, disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e membro do Comando Nacional dos Bancários.