MERCADOS AO VIVO Ação da Track & Field (TFCO4) estreia na B3 com leve alta

Ação da Track & Field (TFCO4) estreia na B3 com leve alta

Cenário é de mais convergência entre o PIB e o nível de ocupação

Crescimento econômico favorece trabalho assalariado formal, com resultados positivos para o financiamento da previdência

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SÃO PAULO – A recuperação do número de pessoas ocupadas, registrada em 2007, é um fenômeno que vem ocorrendo na presente década, especialmente em termos da ocupação com contribuição para a previdência social, segundo a Carta Iedi divulgada na última quinta-feira (17). A conclusão importante é que há uma convergência entre os desempenhos do PIB e da ocupação.

Isso sugere que o crescimento econômico está potencializando a reconstituição do segmento do trabalho assalariado formal, com resultados positivos para o financiamento da previdência social e para o fortalecimento do mercado consumidor.

O emprego vem acompanhando de perto o crescimento da economia brasileira. Um resultado dessa convergência é o dinamismo do mercado interno, que impulsionou o crescimento do PIB a um nível superior a 5% em 2007.

Perspectiva

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Mantido o crescimento econômico em 2008, o nível de ocupação deve continuar aumentando, com aprimoramento da taxa de desemprego, redução relativa do emprego informal, aumento do rendimento médio real e ampliação da massa de rendimentos, com o conseqüente reforço do mercado interno consumidor.

Deve-se considerar, no entanto, que um dos motivos da expansão dos salários é o aumento do mínimo, que elevou a concentração da estrutura ocupacional ao redor do piso legal. Outro detalhe é que a geração de empregos ainda é concentrada bi Sudeste, mais particularmente no Estado de São Paulo.

Movimento crescente

O aumento do número de empregos formais não é um fato isolado, pois corresponde a um processo que culminou com resultados especialmente positivos em 2006 e 2007. A Pnad de 2006 é prova disso, uma vez que confirmou o movimento iniciado em 2005, de incremento considerável de rendimento médio real dos trabalhadores, que foi superior a 7%.