Carreiras: mercado procura novo perfil de comunicador

Processos de inovações tecnológicas corroboraram para a manutenção desse profissional que, resultante desses eventos, precisa ampliar suas competências

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SÃO PAULO – As novas plataformas de comunicação, entende-se aí os dispositivos móveis, as mídias sociais e a interação de empresas e consumidor, revelaram espaços que os comunicadores devem preencher.

São necessidades como essas que apontam para um novo rumo de perfil do comunicador no mercado, especialmente se for tomada como base a vasta extensão de trabalhos que podem ser realizados.

Para a professora da Universidade de São Paulo e do Curso de Especialização Gestão da Comunicação da ECA/USP, Roseli Figaro, atualmente a comunicação vive um “borrar de áreas”.

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“Desse ponto de vista, a comunicação é fundamental para todo e qualquer profissional, o que implica pensar na comunicação como processo de organização social, capaz de identificar conflitos e fazer propostas para que os envolvidos possam resolvê-los”, afirma a especialista.

Segundo ela, existem atualmente no setor discussões sobre a real necessidade de um novo profissional na área de comunicação, tanto no campo acadêmico como no campo prático.

Mudanças
Fato é que os processos de inovações tecnológicas corroboraram para a crescente dúvida da manutenção desse profissional que, resultante desses eventos, precisa ampliar suas competências.

Atuar em diferentes instituições sociais, tenham elas caráter de empresas privadas, setor público, não-governamental, de negócios ou de agência cultural e social, requer do comunicador formação especializada em processos de comunicação.

De acordo com a especialista, um bom exemplo é o crescimento pela demanda de profissionais que tenham um perfil de gestor social da comunicação.

“Para tanto este profissional deve estar sensível às demandas de sua função e buscar renovar seus conhecimentos e aperfeiçoar suas habilidades. O gestor de comunicação deve ser capaz de articular as diversas mídias e as diferentes linguagens da comunicação, da interpessoal àquela que a sofisticação da tecnologia permite”, finaliza Roseli.

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