Carreira: você sabia que compete com profissionais do mundo inteiro?

Com a globalização, não são somente as empresas que sofrem com a concorrência mundial, mas também os funcionários!

SÃO PAULO – De acordo com o coordenador do Observatório do Sebrae-SP, Marco Aurélio Bedê, a globalização implica na queda de fronteiras entre as companhias e os negócios. “Com isso, a competitividade passou de uma simples região para ser uma competição entre empresas do mundo inteiro”, disse.

Depois de definido o conceito e os efeitos da globalização para as companhias, você consegue perceber quais as consequências disso em sua vida profissional?

A resposta é simples: ainda de acordo com o coordenador, não são somente as empresas que competem com o mundo inteiro, mas os profissionais que estão dentro delas.

Como isso acontece?

PUBLICIDADE

As multinacionais passaram a ter negócios em todo o mundo a partir da globalização. As vagas abertas nelas, no entanto, podem ser ocupadas por profissionais de todos os países, de acordo com suas capacidades.

Você conhece alguém que foi chamado a trabalhar em uma filial no exterior? Conhece algum estrangeiro em sua empresa? Pois estes são exemplos claros de profissionais que ocuparam uma vaga que poderia ser de alguém do próprio país que decidiram morar.

Para ter uma ocupação, no entanto, eles tiveram que mostrar desempenho superior ao dos profissionais do país para o qual se mudaram.

Mostre competência

E é pela competitividade ser muito maior, que as empresas exigem mais qualificações dos funcionários. Se no passado, o ingresso em uma universidade era garantia de uma vaga, hoje é preciso conhecer novas línguas e ainda ter cursos de pós-graduação.

Para conseguir vencer esta competitividade em âmbito mundial, o profissional deve ter muitas outras características antes não exigidas. A principal delas é ter espírito de liderança e capacidade de adequação em diversos ambientes.