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Carreira: consultor define competência e aponta as mais valorizadas

Com o passar do tempo, palavra passou a definir muito mais do que a habilidade de saber fazer algo, explica Orivaldo Peres

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SÃO PAULO – A palavra competência foi usada pela primeira vez na idade média, para definir aqueles que nos tribunais tinham conhecimento para apreciar ou julgar uma ação. Ao longo do tempo, por sua vez, passou a ser usada para qualificar a pessoa que tem condição de realizar determinado trabalho.

No mundo corporativo, o termo foi associado à habilidade técnica: saber fazer algo bem. “Com a evolução da administração, competência passou a ser não mais só o saber fazer, mas saber porque fazer. E mais, ter vontade de fazer e, principalmente, fazer”, explicou o consultor parceiro da BSP Carrer, Orivaldo Andreazza Peres.

Além de ser separada em três dimensões (conhecimento, habilidade e atitude), a competência ainda pode ser dividida entre organizacional e pessoal. A primeira diz respeito ao que à organização, de fato, possui. Já a segunda está relacionada à habilidade do profissional, agregada ao nível de prontidão e atitude.

As mais valorizadas

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No mundo dos negócios, o conhecimento passou a ser um diferencial, principalmente o dos profissionais. “As pessoas expressam seu conhecimento por meio de suas habilidades, de suas atitudes, enfim, de suas competências, o que fará as organizações serem competitivas e lucrativas”, afirmou Peres.

O consultor cita as competências mais valorizadas. Dentre elas, estão a busca pela superação; comunicação; desenvolvimento de pessoas; empowerment; flexibilidade a mudanças; liderança de equipe; negociação; orientação para clientes; orientação para resultados; posicionamento estratégico; e trabalho em equipe.

Mas Peres faz uma ressalva: “de nada adianta a organização ter os melhores talentos se estes não estiverem dispostos a aplicar o que têm de melhor e, pior ainda, se os seus valores não estiverem alinhados com os valores da organização”.