Caged: de janeiro a agosto, geração de empregos foi a segunda maior da história

Nos oito primeiros meses deste ano, foram abertos 1,355 milhão de novos postos de trabalho com carteira assinada

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SÃO PAULO – A geração de empregos com carteira assinada no País teve o seu segundo melhor desempenho da história nos oito primeiros meses deste ano: 1,355 milhões de novos postos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o resultado é 12,3% maior.

Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), divulgado nesta sexta-feira (14).

Setores

De janeiro a agosto, o setor que mais contribuiu para o bom resultado da criação de empregos formais foi o de Serviços, com a abertura de 424.671 postos.

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Em seguida, aparecem a Indústria de Transformação (367.904), Agropecuária (215.617), Comércio (161.160) e Construção Civil (142.743), segmento que teve seu melhor desempenho da história nos oito primeiros meses do ano.

Estados

Ainda no acumulado do ano, São Paulo foi o estado que mais gerou vagas de trabalho com carteira assinada: 604.631 postos. Minas Gerais (170.920), Paraná (117.319) e Rio de Janeiro (81.541) vieram na seqüência.

Se considerarmos a variação percentual do nível de emprego, os destaques ficam com Mato Grosso (9,30%) e Tocantins (8,51%).

Na outra ponta, está Alagoas, único estado onde houve mais demissões do que admissões nos oito primeiros meses do ano, sendo que houve a perda de 31.361 vagas.

Resultado mensal

Somente no oitavo mês do ano, o mercado formal teve uma ampliação de 133.329 postos com carteira assinada, o que representa 4,99% de aumento em relação a julho e 3,42% na comparação com o mesmo mês de 2006.

Quase todos os setores apresentaram saldo positivo no período – Serviços (58.954 postos), Indústria de Transformação (39.399), Comércio (36.188) e Construção Civil (26.276) – com exceção da Agropecuária, que registrou a perda de 30.806 empregos.

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Entre as Unidades da Federação, São Paulo registrou o maior número de vagas criadas (+59.049), seguido de Pernambuco (+12.205). Por outro lado, Minas Gerais e Acre foram os únicos estados que apresentaram queda no emprego (-16.281 e -53 vagas, respectivamente).