Brasileiro não descuida da qualidade de vida nem em viagem a negócios

Segundo pesquisa, 45% dos executivos carregam na mochila roupa para se exercitar, item também incluído na mala de viagem

SÃO PAULO – Pesquisa revela que boa parte dos profissionais brasileiros se preocupa com a qualidade de vida e estão adotando em seu dia a dia práticas saudáveis, a exemplo do esporte.

Um levantamento elaborado pela Regus, empresa global focada em soluções para o local de trabalho, mostrou que 45% dos executivos do Brasil têm o hábito de carregar na mochila roupa de treino, tanto com o objetivo de realizar uma rápida corrida, como para frequentar a academia após um dia de trabalho.

Conteúdo das bagagens
Os profissionais também mostraram que não excluem esse tipo de atividade durante as viagens de negócios. Nas bagagens dos executivos, roupas mais confortáveis, que possam ser usadas para malhar, têm espaço garantido.

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A pesquisa, que teve cerca de 17 mil profissionais de mais de 80 países entrevistados, constatou que cerca de um quarto dos executivos (27% exatamente) carregam roupa de academia ou maiô na bagagem.

Em relação aos demais itens adicionados em suas malas, 16% dos profissionais admitiram que não deixam faltar uma foto da família. Outros 15% afirmaram que é importante levar para o lugar de destino um presente para o anfitrião, como forma de reforçar o relacionamento profissional.

Se é fato que o ambiente de negócios propicia interação e troca entre diferentes culturas, é importante se ater aos costumes das outras nações, sobretudo para não errar no presente nem perder uma boa oportunidade de negócio.

A lista de objetos que os executivos carregam em suas malas vai além das roupas de academia, fotos de família e presentes. Cerca de 20% dos brasileiros entrevistados afirmou carregarem jogos de computador para entretenimento e outros 17% ainda levam guia de viagem, visando a realizar passeios na cidade de destino nas horas de folga.

De acordo com o diretor da Regus no Brasil, Guilherme Ribeiro, a pesquisa mostra que as pessoas optam por levar objetos particulares nas viagens, principalmente por não haver uma fronteira tão clara entre negócios e prazer pessoal.