Conteúdo editorial apoiado por

Brasileiro foi em busca de aprimoramento profissional, em meio à crise

Pesquisa realizada pela Accenture mostrou que 86% dos brasileiros procuraram aprimoramento de suas habilidades

Publicidade

SÃO PAULO – Diante da crise, os brasileiros foram em busca de aprimoramento profissional. Pelo menos é o que mostra pesquisa realizada pela empresa de tecnologia Accenture, realizada com mais de 3,6 mil profissionais de médias e grandes empresas em 18 países.

De acordo com os dados, o atual momento de desafio econômico influenciou alguns entrevistados, principalmente nos países emergentes, a aprimorar suas habilidades para continuarem competitivos no mercado de trabalho.

Como exemplo, a maioria dos entrevistados no Brasil (86%), na China (79%) e na Índia (70%) – os quais, junto com a Rússia, formam os chamados BRIC – disseram que buscaram aprimoramento profissional. Enquanto isso, na Holanda e na Áustria, 22% e 35% deram a mesma resposta.

Planner InfoMoney

Mantenha suas finanças sob controle neste ano

Cenário

Os dados ainda mostraram que, no atual cenário econômico, metade dos baby boomers (aqueles que nasceram até 1964) se sentem seguros quanto a suas futuras oportunidades de emprego. Enquanto isso, 45% da Geração X (aqueles nascidos entre 1965 e 1978) e 48% da Geração Y (nascidos após 1979) têm a mesma opinião.

No Brasil, 69% dos baby boomers se sentem seguros, mesmo com a crise, ante 66% da Geração X e 62% da Geração Y.

Aumento

Em meio a um cenário de crise, os homens em todo o mundo, genericamente, estiveram mais à vontade do que as mulheres para dizer que pediram um aumento, sendo que 56% deles deram a resposta, ante 48% das companheiras do sexo feminino.

O mesmo aconteceu com promoções: 42% dos homens em todo o mundo responderam que pediram para a empresa, ante 37% das mulheres.

A pesquisa ainda mostrou que, no Brasil, a tendência foi oposta, com 64% das mulheres que disseram que pediram um aumento, ante 54% dos companheiros. Já em relação aos pedidos de promoção, a proporção foi a mesma para homens e mulheres (51%).