Brasil gera mais de 1,6 milhão de empregos formais no ano e bate recorde

Somente em julho, foram criados 181.796 empregos formais, equivalente ao crescimento de 0,53% frente a junho

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SÃO PAULO – No Brasil, foram geradas 1.655.116 vagas de trabalho nos primeiros sete meses deste ano, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados nesta quinta-feira (19). O resultado é recorde para o período.

Somente no mês de julho, foram criados 181.796 empregos formais, equivalente ao crescimento de 0,53% na comparação com o mês anterior.

Em 12 meses, o Caged aponta criação de 2.212.318 postos de trabalho, incremento de 6,82% frente aos 12 meses anteriores.

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Crescimento setorial
Na análise de janeiro a julho, todos os oito setores de atividades econômicas analisados apresentaram crescimento na geração de empregos formais. Em números absolutos, o destaque ficou com Serviços, com 551.634 vagas de trabalho. Porém, a maior variação percentual ficou com Agricultura, que registrou alta de 12,51% no número de vagas (+182.810 postos).

Outro destaque do período foi a Indústria de Transformação, que apresentou acréscimo de 435.678 postos de trabalho (+5,87%). O Comércio foi o quarto setor que mais gerou emprego no período, ao responder por 172.385 postos de trabalho (+2,33%).

Já na Indústria Extrativa Mineral, houve alta de 6,09% no número de empregados (+10.432 vagas), em Serviços Industriais de Utilidade Pública, o avanço foi de 3,17% (+11.175 vagas), enquanto Administração Pública registrou alta de 3,05% (22.601 postos) e Construção civil, de 11,86%, com 268.401 novas vagas.

Na análise mensal também foi registrado crescimento em todos os setores analisados frente a junho. Em números absolutos, novamente o destaque foi Serviços, com 61.606 postos de trabalho. A maior variação percentual ficou com Construção Civil, que registrou alta de 1,54% no número de empregos (+38.382 postos).

Análise regional
Ainda segundo os dados mensais do Caged, na análise regional, houve recorde de desempenho em 4 das 27 unidades federativas, sendo duas da região Nordeste, uma do Sul e outra do Centro-Oeste.

Quanto ao aumento do número de vagas criadas, destacam-se São Paulo (+62.497 vagas ou 0,55%), Rio de Janeiro (+14.086 postos ou 0,43%) e Minas Gerais (+13.354 vagas ou 0,36%),

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Considerando as regiões, todas apresentaram elevação no emprego formal. No Nordeste, a alta foi de 0,78% (+40.675 postos, no Sul, de0,44% (+27.586 vagas) e no Norte, de 0,83% (+12.010 vagas. Já no Sudeste, houve crescimento de 0,48% (+90.905) e no Centro-Oeste, de 0,41% (+10.620 vagas).