RADAR INFOMONEY Por que o Santander surpreendeu o mercado? Veja as perspectivas para as ações dos bancos

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Brasil é número 87 no mundo em cooperação na relação entre empresa e funcionário

Pesquisa ainda analisou a atração e retenção de talentos, quesito no qual o Brasil está melhor colocado, na 34ª posição

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SÃO PAULO – Uma pesquisa realizada pelo Fórum Econômico Mundial apontou que o Brasil está na 87ª posição no ranking que lista os países com melhor relação entre empresa e funcionário. Os dados foram coletados com base em diversas pesquisas, inclusive uma de opinião realizada com executivos do Fórum Econômico Mundial.

Na análise, quanto mais próxima de 7 é a nota, mais a relação é “geralmente de cooperação”, ao mesmo tempo em que, quanto mais próxima de 1, mais a relação é “geralmente de confronto”. O Brasil ficou com nota 4,2.

Na comparação com os países dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil só ganha da Rússia para o quesito, já que o país encontra-se na 97ª posição, com nota 4,2. A Índia está na 40ª posição (4,7 de nota), seguida pela China, na 60ª (4,5 de nota). O país em que há maior cooperação é Cingapura, enquanto aquele em que há mais confronto é a Venezuela.

Retenção de talentos

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Outro ponto abordado pela pesquisa foi a retenção e atração de talentos, quesito no qual o Brasil está melhor colocado, na 34ª posição, o que significa que o País oferece oportunidades para os profissionais mais talentosos. Neste caso, o país latino-americano é o mais bem posicionado entre os companheiros dos BRICs.

Isso porque a China ocupa a 39ª posição, enquanto a Índia está na 41ª e a Rússia, na 53ª. O primeiro lugar do ranking ficou com os Estados Unidos, tido como o país com mais oportunidades para os profissionais talentosos, enquanto a última posição é ocupada pela Guiana.

Salários, rigidez, demissões

Confira a posição do Brasil em outros aspectos relacionados à força de trabalho abordados pela pesquisa:

  • Flexibilidade na determinação dos salários: 110ª posição;
  • Rigidez no emprego: 96ª posição;
  • Flexibilidade nas práticas de contratação e demissão: 118ª posição;
  • Custos das demissões: 68ª posição;
  • Pagamento por produtividade: 68ª posição;
  • Confiança na administração de um profissional: 35ª posição;
  • Participação das mulheres na força de trabalho: 78ª posição.