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[Braduni] Satisfação x dinheiro: jovem busca emprego do sonho, mesmo que ganhe pouco

No início de carreira, salário não deve mesmo guiar procura por emprego, mas é preciso buscar reconhecimento financeiro

Durante a faculdade, o investimento feito para a sua formação foi imenso, tanto que você nem se atreve a fazer as contas. Então, apenas pense nas despesas que teve para pagar: mensalidades, livros, estacionamento, combustível para o carro e etc. E para aqueles que moraram longe de casa, a lista foi ainda maior: aluguel do apartamento, condomínio, conta de luz, de água…

Diante de tantos gastos, é natural que, quando termine a faculdade, você procure ter um retorno financeiro. Mas muita calma nesta hora! A busca por um emprego não deve ser guiada, no início da carreira, apenas pelo salário. E parece que os universitários brasileiros querem levar este princípio por toda a vida profissional.

Isso porque, de acordo com pesquisa realizada pela MTV Brasil, o jovem brasileiro sonha em trabalhar com algo que goste, ainda que isso signifique ganhar menos dinheiro. A mesma opinião é dividida por jovens de todo o mundo. Porém, como sempre existem as pessoas “do contra”, a pesquisa detectou uma minoria que busca, acima de tudo, sucesso financeiro.

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O pensamento de ganhar bem no início de carreira não condiz com a realidade. A mesma pesquisa da MTV revelou que 74% dos jovens entrevistados (cerca de 2.500 entre 12 e 30 anos) ganhavam até R$ 830. Apenas 9% tinham um salário acima de R$ 1.245.

O que deve importar?

Se o salário não deve guiar a busca por um emprego, você deve estar se perguntando quais são os fatores a serem considerados! O sócio da empresa de recrutamento MindSearch, Alan Grange, responde da seguinte maneira:

  • a aptidão para a carreira escolhida, já que, muitas vezes, o recém-formado é influenciado pela trajetória profissional de familiares e amigos, e acaba deixando de lado seu verdadeiro talento;
  • oportunidades de mercado dentro dessa carreira. Quais são as suas chances de crescimento? O que está aprendendo na empresa escolhida?

De acordo com Grange, a remuneração deve ser motivo de preocupação no momento em que o profissional deixa de ser um potencial e se torna efetivamente uma realidade em termos de entrega de resultados para a empresa. Nesta situação, você deve almejar o reconhecimento financeiro.

Além disso, o salário deve ser foco a partir do momento em que você precisará investir bastante em sua formação, com cursos de especialização, de idiomas, viagens internacionais e, ao mesmo tempo, se esforça muito no dia-a-dia para atingir os resultados. Lembre-se sempre que, muitas vezes, para fazer o que gosta, será necessário um investimento!