Salários pagos pela indústria medem desempenho do setor

Indústria responde por quase 30% do pessoal assalariado no Brasil e por 15% das empresas instaladas no País, daí seu forte efeito na economia brasileira

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Não é preciso ser um especialista em economia para avaliar a importância da indústria no desenvolvimento do Brasil. Porém, alguns números comprovam esta realidade, tornando-a mais palpável, o que é sempre positivo para compreender melhor a estrutura do nosso País.

Você sabe avaliar qual a força da indústria no Brasil? Pois bem, de acordo com o Cadastro Central de Empresas do IBGE, (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as indústrias de transformação respondem por cerca de 15% das empresas instaladas no território brasileiro.

Em relação ao pessoal assalariado, cerca de 30% dos profissionais contratados estão na indústria. Já em termos de participação na folha de pagamento, a indústria arca com 35% da massa salarial.

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Diante disso, fica mais fácil compreender o potencial da indústria brasileira. Sabe-se muito bem que a população empregada e, teoricamente, com dinheiro no bolso, faz com que a economia cresça, em virtude do maior poder de realizar compras e de honrar dívidas.

Justamente por este motivo, o desempenho da indústria é monitorado de perto por várias instituições e institutos de pesquisa. E um desses objetos de estudo é justamente a remuneração paga pelo setor, apurada pelo IBGE.

O IBGE considera, em sua pesquisa mensal, o valor total da folha de pagamento do pessoal ocupado assalariado. Neste cálculo entram salários contratuais, horas extras, 13º salário, aviso prévio e indenizações, comissões, percentagens e participações nos lucros.

O estudo avalia também o percentual de pessoas assalariadas em atividade, para medir o número de empregados da indústria, bem como o total de horas pagas no mês. Isso porque, com o setor em plena atividade, é natural que o total de horas trabalhadas aumente, visando atender a demanda de produção.