Greve

Bancos propõem reajuste salarial de 7,5% para bancários

A categoria entrou em greve no dia 18 de setembro após rejeitar proposta inicial de aumento de 6%, o que representa 0,58% de aumento real. Os bancários pedem aumento real de 5%

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SÃO PAULO – A Fenaban (Federação Nacional de Bancos) apresentou, nesta terça-feira (25), uma nova proposta para acabar com a greve dos bancários que já dura oito dias. De acordo com Comando Nacional dos Bancários, os bancos ofereceram reajuste salarial de 7,5%, aumento real de 2,02% pelo INPC.

A categoria entrou em greve no dia 18 de setembro após rejeitar proposta inicial de aumento de 6%, o que representa 0,58% de aumento real. Os bancários pedem aumento real de 5%.

O Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT, está reunido em São Paulo para avaliar a proposta e definir qual a orientação que passará às assembleias que serão realizadas nesta quarta-feira 26 pelos 137 sindicatos representados pela entidade em todo o País.

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Nova proposta
Além do reajuste salarial, a nova proposta da Fenaban inclui ainda:

  • Piso salarial de R$ 1.519 (reajuste de 8,5%, o que significa 2,95% de ganho real);
  • Salário de caixa de  R$ 2.056,89 (8,5% de reajuste);
  • Auxílio-refeição de R$ 472,15 (R$ 21,46 por dia), o que representa reajuste de 10%;
  • Cesta-alimentação e 13ª cesta-alimentação de  R$ 367,90 (reajuste de 10%);
  • PLR – Regra básica: 90% do salário mais R$ 1.540 fixos (reajuste de 10%), com teto de R$ 8.414,34 (reajuste de 10%). Caso a distribuição do lucro líquido não atinja 5% com o pagamento da regra básica, os valores serão aumentados para 2,2 salários, com teto de R$ 18.511,54 (10% de reajuste);
  • PLR adicional – 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 3.080 (reajuste de 10%);
  • Antecipação da PLR – 54% do salário mais valor fixo de R$ 924,00, com teto de R$ 5.166.